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	<title>GRANDE CONFLITO &#187; Artigos</title>
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	<description>Um Tema para o Tempo de Fim</description>
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		<title>O Que Será do Mundo Sem os Protestantes?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pontificado de João Paulo II deixou o mundo num emaranhado ecumênico, onde todos reconhecem a &#8220;legítima&#8221; liderança católica no mundo cristão. A igreja católica está preparada para exercer o papel que ela acha que é a sua vocação histórica: Determinar dos gabinetes do Vaticano o destino não somente do mundo cristão, mas de todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/lutero95teses.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-310" title="lutero95teses" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/lutero95teses.jpg" alt="lutero95teses" width="319" height="239" /></a>O pontificado de João Paulo II deixou o mundo num emaranhado ecumênico, onde todos reconhecem a &#8220;legítima&#8221; liderança católica no mundo cristão.</p>
<p>A igreja católica está preparada para exercer o papel que ela acha que é a sua vocação histórica: Determinar dos gabinetes do Vaticano o destino não somente do mundo cristão, mas de todo o mundo político religioso, como fez entre os anos 538 e 1798 de épocas passadas. Custou muito recuperar os prejuízos da ferida causada por Napoleão Bonaparte. A prisão e morte do papa nos idos anos de 1798 foi um golpe quase mortal que atingiu a cabeça da igreja, que ficou por mais de um século fora de seus predicados auto-conferidos, de ingestão não só nas questões religiosas, mas também na política das nações. A única nação cristã que não sofreu as interferências do Bispo de Roma, foi os Estados Unidos da América, outrora protestante.</p>
<p><span id="more-423"></span>Somente em 1929, por obra do ditador italiano Benito Mussoline, o Vaticano recuperou parte de seus poderes a começar pela independência territorial da “Santa Sé”. Logo em seguida, sem nenhuma surpresa, a igreja e seu líder Pio XII mostraram suas características históricas e fizeram vista grossa (com raríssimas exceções) ao holocausto nazista contra os judeus, inclusive os italianos. Julgado como traidor da pátria, Benito Mussoline foi enforcado e seu protegido o papa, tentou sair do episódio como quem não teve culpa de nada. A história o desmentiu.</p>
<p>Mesmo assim, foi arquitetado o plano de reconquista do poder pelos dirigentes papais. O Concílio Vaticano II que muitos acham que foi um grande avanço da igreja católica, foi uma peça deste plano para enganar o mundo cristão e não cristão, de que a igreja passaria por uma reforma. Mas o que o Vaticano se orgulha mesmo é de que não muda. Estavam sim, dispostos a fazer qualquer coisa pra atingir seus objetivos. Demonstraram tolerância num contexto em que não tinham nenhum poder, num mundo pós-guerra que polarizava o leste e o oeste. Não houvesse leis civis e seculares, o comunismo e seus dirigentes teriam sido derrubados ou queimados vivos pela “santa inquisição” de João Paulo II.</p>
<p>Agora, os caminhos estão abertos, foram 26 anos de peregrinações para apagar a imagem ditatorial dos papas da história. Desmentiu-se claramente o papa Gregório VII, que havia declarado a perfeição da igreja, que ela nunca tinha errado e nem jamais erraria; reconheceu-se os erros e foram estendidas as mãos do papa com feições de papai noel, às igrejas protestantes, aos judeus, aos muçulmanos, ao Dalai Lama e até ao turco Ali Agka. Todos aceitaram os pedidos de perdão e os perdões oferecidos.</p>
<p>Mas o infalível não é imortal. O mundo passou a dar-lhe maior importância ainda, agora que calou-se definitivamente. Sua obra de restaurar o status que a igreja jamais aceitou perder está acabada. Quem será o novo papa? Isto não tem a menor importância. Preocupante mesmo é um mundo sem protestantes. Não existem mais. Quem vai denunciar agora os enganos e os planos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé?</p>
<p><strong><em>Hildo Martins da Conceição.</em><br />
<em>Leitor do livro “O Grande Conflito de Ellen Gould White”</em></strong></p>
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		<title>Luz Maior &amp; Luz Menor</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito de Profecia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen White]]></category>
		<category><![CDATA[Luz Maior e Luz Menor]]></category>

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		<description><![CDATA[O Espírito Santo é o autor das Escrituras e do Espírito de Profecia.&#8221; Mensagens Escolhidas, Vol. 3, pág. 30 ENFRENTANDO A CRISE Por Lawrence Nelson Luz maior = Jesus Cristo Luz menor = Seus Profetas Com a Luz Menor e a Maior Cada dia que passa mais nos aproximamos da crise final. A inspiração descreve-a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/luzmaior.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-542" title="luzmaior" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/luzmaior-300x222.jpg" alt="luzmaior" width="300" height="222" /></a></h3>
<h3 style="text-align: center;">O Espírito Santo é o autor das Escrituras e do Espírito de Profecia.&#8221;</h3>
<p style="text-align: center;">Mensagens Escolhidas, Vol. 3, pág. 30</p>
<h3 style="text-align: center;"></h3>
<h3>ENFRENTANDO A CRISE<br />
Por Lawrence Nelson</h3>
<p><span id="more-414"></span></p>
<h3 style="text-align: center;">Luz maior = Jesus Cristo<br />
Luz menor = Seus Profetas</h3>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Com a Luz Menor e a Maior</strong></span><br />
Cada dia que passa mais nos aproximamos da crise final. A inspiração descreve-a como um tempo de angústia como nunca houve a qual em breve irromperá sobre nós com grande surpresa. Deus previu a intensidade desse conflito final. Ele sabia que nós nunca poderíamos permanecer diante do poderoso Satanás sem a assistência especial do Espírito Santo, pois o inimigo rapidamente faria com que ambos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebessem a marca sobre a sua mão direita ou sobre a sua fronte, para que ninguém possa comprar ou vender senão aquele que tem o sinal da besta, o nome e o número do seu nome.<br />
Quão agradecidos deveríamos estar por Deus ter dado o Espírito de Profecia à Sua Igreja, o qual, junto com a Bíblia, capacitaria o Seu povo, através do poder de Cristo, a atravessar esta crise final com a divina segurança da vitória. Somente por Sua palavra, poderemos estar seguros que Jesus permanecerá em cada um que, fielmente cumprir com as condições divinas que nos foram reveladas através destes inspirados escritos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>É Tempo de Despertar</strong></span><br />
Antes de explorarmos as diretrizes do Céu, procuremos a ajuda da divindade. É tempo de despertar do terrível estupor o qual está a envolver o povo de Deus. É tempo de compreender a instrução divina que Ele enviou para que nós, como soldados Seus, possamos enfrentar, sem medo o aparecimento desta crise. &#8220;Temos assim tanto mais confirmada a palavra profética, e bem fazeis em entendê-la, como uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em nossos corações, sabendo primeiramente isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação, porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens (santos) falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo&#8221; II Pedro 1.19-21<br />
Ellen White escreve: &#8220;O espírito não foi dado &#8211; nem nunca o poderia ser &#8211; afim de sobrepor-se à Escritura, pois esta explicitamente declara ser ela mesma a norma pela qual todo ensino e experiência devem ser aferidos. Diz o apóstolo João: &#8220;Não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo&#8221;. E Isaías declara: &#8220;À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, não haverá manhã para eles!&#8221; O Grande Conflito, pág. 13</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O Espírito de Profecia Passa Todos os Testes!</span></strong><br />
O Espírito de Profecia passou cada teste das Sagradas Escrituras. Ele tem sido provado verdadeiro, à luz da Palavra de Deus. Na verdade, E. White magnifica a luz dada pelos antigos profetas fazendo as suas palavras mais claras e compreensivas em relação a uma especial aplicação para o nosso tempo. Diz a serva do Senhor: &#8220;O Espírito Santo é o autor das Escrituras e do Espírito de Profecia&#8221; Mensagens Escolhidas, Vol. 3, pág. 30. E, na página 32, nós temos: &#8220;A Bíblia deve ser o vosso conselheiro. Estudai-a e os Testemunhos que Deus tem dado, pois eles nunca contradizem Sua palavra.&#8221;<br />
Visto que o Espírito Santo é o autor de ambos, da Bíblia e do Espírito de Profecia, estou seguro que concordareis que o propósito primário de ambos é o de dirigir homens e mulheres ao nosso Salvador que é a luz e a salvação do mundo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mal Interpretado e Mal Representado</strong></span><br />
Existem duas citações do Espírito de Profecia que nós ouvimos serem freqüentemente citadas no nosso meio. Mas elas são muitas vezes retiradas do contexto. Estas citações são então mal interpretadas e representadas, não somente por indivíduos, mas também por alguns dos líderes da nossa Igreja. A primeira é retirada da Adventist Review and Sabbath Herald, January 20, 1903, que diz: &#8220;Pouca atenção é prestada à Bíblia e o Senhor deu-nos uma luz menor para conduzir homens e mulheres à luz maior&#8221;. Imediatamente, uma pergunta deve ser posta: quem é a luz menor e quem é a luz maior? É aqui que Satanás começou a destruir a confiança nos escritos da serva do Senhor.<br />
O melhor modo de aprender o significado desta perplexa afirmação é o de perguntar ao autor o que isto significa. Certamente Ellen White esclarece o que o Espírito Santo que inspirou o seus pensamento lhe ordenou que comunicasse. Seria bom para nós, que lêssemos no seu contexto esta tão citada passagem.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>QUEM É A LUZ MENOR?</strong></span><br />
Em primeiro lugar, existem outras passagens nas quais E. White usa as expressões: &#8220;a Luz Menor&#8221; e &#8220;a Luz Maior&#8221;. Para a compreensão desta afirmação isto deve ser uma ajuda. Portanto, começaremos por uma que se encontra no Espírito de Profecia, Vol. 2, pág. 83 e 84. Notem cuidadosamente a sua explicação no modo em que ela descreve a obra de João Batista.<br />
&#8220;O profeta era o elo que unia as duas dispensações. Ele era a luz menor à qual devia seguir uma maior. Ele devia perturbar a fé do povo nas suas tradições, trazer à memória os seus pecados, e dirigi-los ao arrependimento, para que pudessem apreciar a obra de Cristo. Deus comunicou a João, pela inspiração, iluminado a compreensão do profeta, para que ele removesse a superstição e as trevas das mentes dos judeus sinceros, os quais tinham, por meio dos falsos ensinos, estado nelas envolvidos havia gerações. Mas o menor discípulo, que seguia a Cristo, testemunhando e recebendo as Suas divinas lições de instrução e confortantes palavras que caíam dos Seus lábios, era mais privilegiado que João Batista.&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>QUEM É A LUZ MAIOR?</strong></span><br />
&#8220;Nenhuma luz alguma vez brilhou ou brilhará tão claramente sobre a mente do homem caído como aquela que emanou dos ensinos e do exemplo de Jesus. Cristo e a Sua missão foram francamente compreendidos e tipificados na forma indistinta do sacrifício&#8230; Embora nenhum dos profetas tivesse tido a tão elevada missão que teve João, ele mesmo não pôde ver os resultados dos seus próprios labores, Ele não foi privilegiado de estar com Cristo e testemunhar o divino poder que assistia a luz maior&#8221;. Notou estas duas palavras? &#8220;O poder divino assistia&#8221;, quem? Não há dúvida? A resposta é Cristo &#8211; &#8220;a luz maior&#8221;. Esta afirmação definitivamente revela que a luz maior era Cristo. Quem é que ela nomeia como luz menor? O profeta João! Nesta passagem ela definiu ambos os termos numa linguagem inconfundível. à medida que lemos outras passagens dos seus escritos, nós encontraremos sempre a mesma coerência.<br />
Olhemos para uma segunda passagem que se encontra em Adventist Review and Sabbath Herald, April 8, 1873. Aqui, Ellen White escreve que João foi &#8220;um dos maiores profetas que Deus enviou como mensageiro à terra&#8230; Cristo disse dele que ele foi mais que profeta&#8230; e não há outro maior que João Batista&#8221;. No contexto destas palavras, ela continua: &#8220;João era a luz menor, a qual devia ser seguida por uma luz maior&#8221;. E quem era esta luz maior que devia seguir João? Jesus!<br />
Na terceira declaração, em O Desejado de Todas as Nações, capítulo 22, pág. 230, a serva de Deus diz: &#8220;O profeta João foi o elo que ligou as duas dispensações. Como representante de Deus, apresentou-se para mostrar a relação da lei e dos profetas para com a dispensação cristã. Era a luz menor, que devia ser seguida por outra maior. A mente de João era iluminada pelo Espírito Santo para projetar luz sobre o seu povo&#8230;&#8221;<br />
Notai as palavras que se seguem: &#8230;&#8221;Nunca nenhuma outra luz, porém, brilhou nem nunca brilhará tão claramente sobre os homens caídos como a que emanou dos ensinos e exemplos de Jesus&#8221;. Daqui podemos chegar apenas a uma só conclusão: João &#8211; a luz menor, existiu para mostrar a relação da lei e dos profetas do Antigo Testamento para com Cristo &#8211; a luz maior que lhe seguiu.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CRISTO &#8211; A LUZ MAIOR!</strong></span><br />
A Bíblia confirma ser correta a definição de Ellen White: &#8220;Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João. Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber: a verdadeira luz que, vinda ao muno, ilumina a todo o homem&#8221;. João 1: 6-9<br />
Em João 5:35-36 Jesus disse: &#8220;Ele era a lâmpada que ardia e iluminava, e vós quiseste, por algum tempo, alegrar-vos com a sua luz. Mas Eu tenho maior testemunho (significa luz) do que o de João&#8221;. Então, em João 9:5, Jesus afirmou claramente: &#8220;Eu sou a luz do mundo&#8221;. Se nenhuma outra luz brilhou ou brilhará tão claramente como Cristo, seguramente os profetas tanto do Antigo como do Novo Testamento eram luzes menores. Amigo, não existe dúvidas acerca disto!<br />
Na quarta passagem, Ellen White fala da era do Antigo Testamento como a luz menor e da era do Novo Testamento como a luz maior &#8220;Com o primeiro advento de Cristo, foi introduzida uma era de maior luz e glória. Mas seria de fato pecaminosa ingratidão desprezar e ridicularizar a luz menor porque raiou uma luz mais completa e gloriosa. Os que desprezam as bênçãos e a glória da era judaica não se acham preparados para tirarem proveito da pregação do Evangelho&#8221;<br />
Este Dia com Deus, 244<br />
Nós podemos claramente ver que Ellen White não parte duma pré estabelecida definição sua. O primeiro advento de Cristo iniciou um tempo de grande e gloriosa luz. Através dos profetas do Antigo Testamento Deus estabeleceu a luz menor &#8211; a glória da era judaica. O propósito desta era foi o de estabelecer o serviço do Santuário, o qual apontava a luz maior ao ser esta introduzida com o primeiro advento de Cristo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DISSIPANDO O MITO</strong></span><br />
Eu acredito que nós estamos preparados para discutir a passagem em Adventist Review and Sabbath Herald, January 20, 1903. Dos nossos púlpitos e livros tem sido declarado que, nesta passagem, Ellen White se refere à Bíblia como a luz maior e aos seus escritos como a luz menor. Refiro-me, particularmente, ao título na edição recentemente publicada de Mensagens Escolhidas, Vol. 3, pág. 30, copyright 1980. Este promove. claramente, esta errônea postura.<br />
O título é a &#8220;relação dos Escritos de Ellen White para com a Bíblia &#8211; a luz menor&#8221;. Imediatamente depois disto é publicada a seguinte passagem: &#8220;Pouca atenção é dada à Bíblia, e o Senhor deu uma luz menor para guiar homens e mulheres à Luz Maior&#8221; Adventist Review and Sabbath Herald, January 20, 1903.<br />
Agora, deixam-me por uma questão: Já alguma vez leram esta passagem no seu contexto? Por favor, notai o objetivo deste artigo! Desde o seu começo até o final ela está a promover a venda de quê? Dos seus livros. Para quem? Para as pessoas do mundo. Porquê? Para as dirigir ao Salvador &#8211; a Luz Maior.<br />
Texto na integra.<br />
&#8220;Agradeço ao meu Pai celestial&#8221; &#8211; diz a serva de Deus &#8211; &#8220;pelo interesse que os meus irmãos e irmãs puseram na distribuição do Parábolas de Jesus. Através da venda deste livro, grande bem tem sido feito e a obra deve ser continuada. Mas o esforço do nosso povo não deve estar restrito apenas a este livro&#8230; Grandes livros, como Patriarcas e Profetas, O Grande Conflito e O Desejado de Todas as Nações, devem ser vendidos em todo o lugar. Contêm a verdade para este tempo &#8211; a Verdade que é para ser proclamada em todas as partes do mundo. Nada deve impedir a sua venda!&#8230; Muitos mais dos nossos grandes livros devem ser vendidos, se os membros de nossa Igreja fossem despertos para a importância das verdades que eles contêm, e se dessem conta da sua responsabilidade nas sua circulação. Meus irmãos e irmãs, não fareis agora um esforço para pôr em circulação estes livros?&#8221;<br />
&#8220;A irmã White não é a originadora destes livros, eles contêm as instruções que durante o trabalho de sua vida, Deus tem estado a dar-lhe. Contêm a preciosa e confortadora luz que Deus, graciosamente, deu à Sua serva para ser dada ao mundo. Das suas páginas, esta luz deve brilhar no coração de homens e mulheres, (notai) guiando-os ao Salvador. O Senhor declarou que eles devem ser espalhados por todo o mundo. Existe neles verdade a qual é para quem a recebe um sabor de vida para vida. Eles são testemunhas silenciosas para Deus. No passado eles foram o meio nas Suas mãos de convencer e converter muitas almas. Muitos leram-nos com ansiosa expectativa e lendo-os, foram levados a ver a eficácia da expiação de Cristo e a confiar no Seu poder&#8230; O Senhor enviou ao Seu povo muitas instruções, regra sobre regra, preceito sobre preceito, um pouco aqui, um pouco ali. Pouca importância é dada à Bíblia, e o Senhor concede uma luz menor para conduzir homens e mulheres à Luz Maior&#8221;.<br />
Seguro que nada poderia ser afirmado mais claramente. Alguns dos livros de Ellen White foram designados para serem distribuídos abertamente ao público. Porquê?<br />
Porque &#8220;das suas páginas esta luz deve brilhar no coração de homens e mulheres, guiando-os ao Salvador&#8221;. Ela expressa o mesmo pensamento quando, um pouco mais à frente, diz: &#8220;O Senhor deu uma luz menor para guiar homens e mulheres à luz maior&#8221;.<br />
Porque o povo negligenciou a Bíblia, a qual Deus deu ao mundo para este propósito, Ellen White designa os seus próprios livros, embora eles fossem preciosos e inspirados como a luz menor para guiar as pessoas do mundo a Jesus Cristo &#8211; a luz maior. Se esta passagem significa o que é geralmente aceite, que a luz maior é a Bíblia, não seria consistente com todas as suas outras passagens, nas quais ela define a luz maior como sendo Cristo. Portanto, não devemos concluir deste artigo que Ellen White está a rebaixar os seus escritos como inferiores à Bíblia, desde que o Espírito Santo seja o autor dos seus escritos, como está citado nas Mensagens Escolhidas, Vol. 3, pág. 30, e desde que Deus &#8211; não Ellen White &#8211; seja o originador dos seus escritos. Então, quem é que está a ensinar que os escritos de Ellen White são de segunda classe?</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>RETIRANDO PODER</strong></span><br />
Não são outros senão os liberais entre nós a quem Satanás usa para retirar poder ao Espírito de Profecia. Ellen White foi ensinada pelo mesmo Espírito Santo de Deus, como foram os antigos profetas. Se João Batista &#8211; o maior dos profetas, era a luz menor, seguramente que todos os profetas da Bíblia era luzes menores. Cristo apenas é a luz maior!<br />
Na história da criação existe uma interessante ilustração a qual pode ajudar-nos a compreender a diferença entre a luz menor e a luz maior: &#8220;Fez Deus os dois grandes luminares no firmamento: o maior para governar o dia. E o menor para governar a noite&#8221;. Jan Janiuk chama a atenção para esta ilustração no seu livro: Great Controversy Endgame, livro 3, ele designa que, no contexto deste versículo, duas perguntas são respondidas.</p>
<blockquote><p><strong>I &#8211; O que é a luz maior? A resposta é: o Sol que governa o dia. O Sol é a luz maior porque ele possui luz original ou luz que emana de si mesmo.</strong></p>
<p><strong>II &#8211; O que é a luz menor? A resposta é: a Lua. Tem ela luz em si mesma? Não! Tudo o que a Lua faz é reflectir a luz do Sol. Não ensina isto um importante princípio bíblico? A luz maior tem luz em si mesma, enquanto a luz menor somente pode refletir luz.</strong></p></blockquote>
<p>Mil Luas juntas nunca podiam ser a luz maior, porque a luz maior é a luz original &#8211; o Sol. Janiuk conclui que os escritos da Bíblia e do Espírito de Profecia não têm a luz em si mesmos. Como a Lua, eles somente podem refletir a luz original de Jesus Cristo &#8211; o Sol da Justiça. A promessa da Bíblia, em Malaquias 4:2, afirma: &#8220;&#8230;para vós outros que temeis o Meu nome nascerá o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas&#8221;. Porquê? Porque Jesus é a Luz da Vida.<br />
A serva de Deus transcreve palavras da Bíblia, assim: &#8220;Falou-lhes pois Jesus outra vez, dizendo: &#8220;Eu sou a luz do mundo! Quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida&#8221;. Quando Ele falou estas palavras Jesus estava no pátio do templo, especialmente relacionado com os serviços religiosos da festa dos tabernáculos. No centro deste pátio erguiam-se dois altos pilares sustentando suportes de lâmpadas de grandes dimensões. Depois do sacrifício da tarde, acendiam-se todas as lâmpadas que derramavam luz sobre Jerusalém. Esta cerimônia comemorava a coluna luminosa que guiara Israel no deserto e era também considerada como apontando para a vinda do Messias. À noitinha, quando se acendiam as lâmpadas, o pátio apresentava uma cena de grande alegria&#8230; Na iluminação de Jerusalém, o povo exprimia a sua esperança na vinda do Messias, para espalhar a Sua luz sobre Israel. Para Jesus, porém, a cena tinha mais ampla significação. Como as irradiantes lâmpadas do templo irradiavam tudo em redor, assim Cristo, a fonte da luz espiritual, ilumina as trevas do mundo. Todavia, o símbolo era imperfeito. Aquela grande luz (e aqui ela fala do Sol, o qual Ele mesmo infundiu com luz original), que a sua própria mão pusera nos céus, era uma representação mais fiel da glória da Sua missão&#8221; Desejado de Todas as Nações, pág. 503-504, cap. 51.<br />
Este mesmo pensamento é expresso em Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, pág. 49, assim: &#8220;O Sol, elevando-se nos céus é a representação d&#8217;Aquele que é a vida e a luz de tudo o que Ele fez&#8221;. Mas nunca esqueçamos que o homem tem uma parte para representar na salvação do mundo. Jesus disse: &#8220;Vós sois a luz do mundo&#8221;. Mas a humanidade não possui luz em si mesma. O homem não é semelhante ao Sol, mas à Lua.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CRISTO, A FONTE DE LUZ</strong></span><br />
O homem unicamente pode reflectir a luz de Jesus. E, neste contexto, a serva do Senhor afirma: “De si mesma a humanidade não possui luz. Separados de Cristo, somos semelhantes a um sírio apagado, como a Lua que tem a face voltada para o lado contrário do Sol. Não temos um único raio luminoso a lançar sobre as trevas do mundo. Ao volvermo-nos, porém, para o Sol da Justiça, ao nos pormos em contato com Cristo, a alma inteira é iluminada com o brilho da divina presença. Os seguidores de Cristo devem ser mais do que uma luz entre os homens. Eles são a luz do mundo!” Pensamentos sobre o Sermão da Montanha, pág. 42.<br />
Como a Lua, todos os seres humanos são luzes menores, quer sejam eles profetas, sacerdotes ou reis. Contudo, quando os homens voltam os seus rostos para Cristo, e se unem a Ele, podem reflectir a Sua luz para o mundo. “É privilégio do cristão ligar-se à Fonte de Luz e, mediante essa viva ligação, tornar-se a luz do mundo&#8230; Como a luz do Sol é a luz, vida e benção para todos os seres viventes, assim deveriam os cristãos, por suas boas obras, por sua animação e coragem, serem a luz do mundo. Como a luz o Sol afugenta as sombras da noite e verte sua glória sobre vales e colinas, assim refletirá o cristão o Sol da Justiça que incide sobre ele.” Este Dia com Deus, pág. 90.<br />
Não é maravilhoso? Ó, que privilégio é reflectir a luz que brilha do Sol da Justiça! “Certificai-vos de que estás a receber a vossa iluminação da Fonte de toda a Luz! Ele é a grande Luz central do Universo do Céu e a grande Luz do mundo!” Para Conhecê-lo, pág. 341.<br />
Possa este belo conselho ser cumprido em cada um de nós e em todos nós. “A principesca dignidade de caráter cristão mostrar-se-á comunicativo como o Sol, e os raios de luz da face de Cristo, serão refletidos sobre aqueles que se têm purificado, assim como Ele é puro” God’s Amazing Grace, pág. 341. Então, amigo, vamos recordar para sempre que o Sol da Justiça nasceu. “Cristo – a nossa Justiça está a brilhar sobre nós, em claridade”. Seventh Day Adventist Bible Commentary, Vol. 7, pág. 932.<br />
Amado! Cristo faz isto por nós porque nos ama. &#8220;Cristo amou a Sua Igreja e deu-Se a Si mesmo por ela&#8221; É a compra do Seu sangue. O divino filho de Deus é visto a andar no meio de sete candelabros de ouro. Jesus, Ele mesmo fornece o óleo para estas lâmpadas. Ele é quem acende a chama. &#8220;Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. Nenhum candelabro ou Igreja brilham por si mesmo. De Cristo emana a Sua luz&#8221; Idem, Vol. 6, pág. 1118.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>OLHANDO PARA JESUS</strong></span><br />
Outra vez em Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág. 249, nos é prometido: &#8220;Podem ser severas as aflições, mas olhai para Jesus a todo o momento &#8211; não para lutar, mas para descansar em Seu amor. Ele cuida de vós&#8221;. Eu gosto disto! &#8220;Sabemos que à medida que as provas oprimem mais e mais, a esperança se fortalece. Os raios do Sol da Justiça resplandecerão no vosso coração com Seu poder de curar. Olhai para além das nuvens, para o brilho, para a própria luz do Sol da Justiça!&#8221;<br />
Com estas gloriosas verdades perante nós, podemos compreender o mal que se está a fazer à nossa Igreja quando através duma má interpretação de muitas maneiras, os escritos de Ellen White são desvalorizados em relação à Bíblia como uma luz menor. Satanás compreende as tremendas bênçãos e encorajamento que os Testemunhos são para a Igreja de Deus quando eles são entesourados e estudados por seus membros.<br />
Eu temo que esta má interpretação seja um meio, entre outros, em que Satanás está a procurar minar o ministério da mensageira de Deus na Igreja remanescente, pela qual, finalmente, os seus escritos não operarão resultado algum na vida de muitos. Pois, se Satanás rebaixar o Espírito de Profecia, por este ou outros motivos, a fim de que os Testemunhos sejam negligenciados e deixados nas prateleiras ao pó, ele sabe que o povo de Deus poderá não detectar os seus enganos finais, enganos que os Espírito de Profecia não só aponta claramente mas diz-nos também como os evitar.<br />
Nunca esquecer que se fosse possível, Satanás far-nos-ia perder a todos. &#8220;O derradeiro engano de Satanás será anular o Testemunho do Espírito de Deus. &#8220;Não havendo profecia o povo se corrompe!&#8221; (no inglês o povo perece) Provérbios 29:18 Satanás operará habilmente de várias maneiras e por diferentes instrumentos, para perturbar a confiança do povo remanescente de Deus no verdadeiro Testemunho&#8221; Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 48.<br />
Amigo, não desprezemos a luz menor dos últimos dias ou olhemos para os escritos de Ellen White como palavras inferiores às de Cristo. Durante os meus sessenta anos de ministério para o Senhor tenho constantemente usado ambos, Bíblia e Espírito de Profecia nas minhas pregações aos adventistas do sétimo dia em todo o mundo, e em todas as minhas gravações. Sempre acreditei que ambos têm a mesma fonte de autoridade &#8211; o Espírito Santo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A LUZ DA CRIAÇÃO</strong></span><br />
Poderei trazer mais um belo pensamento? No princípio, quando Cristo criou este mundo, enviou a Sua curativa luz sobre a Terra vazia e sem forma. E Deus disse: &#8220;Haja luz! E houve luz&#8230; Houve tarde e manhã e foi o primeiro dia&#8221; Gênesis 1:3-5. Naquele primeiro dia não havia luz do Sol ou da Lua. Eles não foram criados senão no quarto dia. Mas havia luz. E quem era aquela Luz? Era Jesus &#8211; o Criador. Na nova Terra chegará um tempo quando, na Nova Jerusalém, não haverá necessidade da luz do Sol, ou da Lua, pois nós lemos em Apocalipse 21:23: “A cidade não precisa nem do sol nem da Lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminará, e o Cordeiro é a sua lâmpada”.<br />
Jesus foi, agora é, e sempre será o Sol da Justiça, para sempre a nossa maior Luz. Ó, que Salvador! Louvado seja o Seu nome! Eu vos apelo, em nome de nosso Senhor e Mestre, que enfrentemos esta crise com absoluta segurança de vitória em Jesus porque aceitamos o Espírito de Profecia e a Bíblia como luzes menores, as quais nos dirigem à Luz Maior – o Sol da Justiça, que é o único capaz de nos salvar.</p>
<address>Artigo editado na revista Land Marks, de Maio de 2000</address>
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		<title>Por Que o Adventista Não Pode Dançar Como Davi?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Dança de Davi.]]></category>

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		<description><![CDATA[Horrorizamo-nos com a idéia de sacrificar criancinhas sobre os braços de ferro em brasa de algum deus cananita como Moloque, ou em altares a Baal, mas não nos horrorizamos em abandonar nossas crianças diante de TVs, FMs, e sofisticados &#8220;sons&#8221; para apreciarem fantásticos &#8220;shows&#8221; de música diabólica, desenvolvendo nelas desde cedo um gosto que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/dancadoceu.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-558" title="dancadoceu" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/dancadoceu-300x199.jpg" alt="dancadoceu" width="300" height="199" /></a>Horrorizamo-nos com a idéia de sacrificar criancinhas sobre os braços de ferro em brasa de algum deus cananita como Moloque, ou em altares a Baal, mas não nos horrorizamos em abandonar nossas crianças diante de TVs, FMs, e sofisticados &#8220;sons&#8221; para apreciarem fantásticos &#8220;shows&#8221; de música diabólica, desenvolvendo nelas desde cedo um gosto que as excluirá da vida e da música celestes. Enchemos nossas discotecas de discos, fitas e vídeos de música popular, religiosa ou não, cujo gosto as levará ao fogo da destruição. &#8211; Dario Araújo</p>
<p>&#8220;A crise que o povo de Deus atravessa tem múltiplos aspectos. O estado laodiceano resulta da falta de interesse no ponto de vista de Deus. A queixa divina no passado era: &#8220;O Meu povo não entende&#8221; (Isa.1:3). O entendimento, a compreensão, porém, eram deficientes não porque Deus não houvesse esclarecido, mas porque o povo não se interessou em aceitar a luz. De tanto rejeitar a luz divina, o discernimento humano se obscureceu.</p>
<p><span id="more-412"></span></p>
<p>Hoje não é diferente. Em tempo algum da História o povo de Deus teve mais luz sobre todos os aspectos da vida como atualmente. Esta luz (I TS, 488) Deus concede porque nunca os perigos que ameaçam a Igreja foram tão grandes. Se somos demasiado carnais para bem discernir tudo (I Cor. 2 :14, 15), a culpa não é de Deus por não ter esclarecido, mas nossa por estarmos mais inclinados a prosseguir seguindo nossas próprias idéias, nosso próprio apetite e nosso gosto pervertido, sem levar em consideração o que Deus diz.</p>
<blockquote><p>Especificamente no aspecto da música que os adventistas estão praticando, usando e criando dá-se o mesmo.</p></blockquote>
<p>A situação em certas igrejas e lares se tem tornado tão grave que alguém que ainda tenha discernimento sente-se incapaz de adorar a Deus e receber benefícios espirituais pela péssima qualidade de música praticada, ou seja, música &#8220;Popular Religiosa&#8221; como se fosse &#8220;Sacra&#8221;. Embora, às vezes, seja apresentada com o nome de Sacra Contemporânea, Música Jovem, Música Moderna, etc., etc., na realidade não passa de música popular que serve apenas para reviver a interpretação dos ídolos da música popular dentro da igreja, sem cogitar no que Deus pensa sobre o assunto.</p>
<p>Mesmo tendo já a Organização Superior do Movimento Adventista tomado sua posição de acordo com os princípios divinos das Escrituras e do Espírito de Profecia, ainda há os que se esforçam para produzir, traduzir, praticar, divulgar e explorar a música popular religiosa. Poucas pessoas que são responsáveis pela música nas Igrejas, nos Colégios e Seminários Teológicos têm tido a coragem de tomar posição firme ao lado da música correta, praticada com discernimento. O resultado é o avanço audacioso e pretensioso de tudo o que destrói a boa música verdadeiramente sacra&#8221; (todo este trecho introdutório foi extraído do Prefácio que fizemos ao Música na Igreja – Torres).</p>
<p>É bem verdade que quem quer que assuma a posição de firmeza pelos princípios poderá ser ridicularizado, ou considerado como sendo da &#8220;linha dura&#8221;, &#8220;lei seca&#8221;, &#8220;quadrado&#8221;, &#8220;cafona&#8221;, &#8220;superado&#8221;, etc. Mas uma coisa é manter a linha correta e outra coisa é não ter linha nenhuma. É preferível examinar a linha que Deus propõe na Bíblia, nos escritos de E. G. White e no Manual da Igreja. Isto é o que faremos.</p>
<p>Quando Lúcifer foi criado, conforme lemos em Ez. 28:12-19, além de uma preciosíssima cobertura de pedras coloridas e rutilantes engastadas em ouro, foi ele dotado de capacidade musical, pois tinha &#8220;em si seus tambores e pífaros&#8221;. Som e ritmo, harmoniosamente combinados, capacitavam-no a ser o dirigente do coral celeste (Espírito de Profecia, págs. 28 e 29).</p>
<p>O fato de ele ser &#8220;perfeito em sabedoria e formosura&#8221;, ou como diz na Bíblia Viva, &#8220;Você era absolutamente perfeito em beleza e sabedoria&#8221;, indica que a música que ele compunha e ensaiava com o coral dos anjos era perfeitamente bela, perfeita na forma ou estrutura musical, perfeita na maneira de interpretar, perfeita em alcançar o objetivos de adoração e auto realização segundo os padrões divinos.</p>
<p>Infelizmente nós não somos perfeitos para fazer tudo isto Temos, porém, a certeza de que dentro de pouco tempo poderemos fazê-la no céu, se estivermos com nosso gosto devidamente preparado Para Satanás não há mais esta esperança após sua queda, pois dele Deus diz: &#8220;Nunca mais serás para sempre&#8221;. A música que Satanás agora inspira perecerá com ele, mas a perfeita será eterna.</p>
<p>Evidentemente Adão e Eva aprenderam a cantar com o anjos no Jardim, como já mencionamos anteriormente. O cunho da perfeição repousava sobre seus cânticos até que o pecado pôs fim esta perfeição. Compete-nos agora, porém, procurar tornar nosso cânticos tão perfeitos que se aproximem das harmonias angelicais (PP 637).</p>
<p>Outro lance musical da Bíblia a que queremos chamar atenção é o do povo de Israel cantando seu júbilo de gratidão a Deus pela espetacular libertação no Mar Vermelho. Tão importante foi esta criação musical que em Apoc. 15:3 ela reaparece num cenário e ambiente totalmente diverso, ao lado do &#8220;Cântico do Cordeiro&#8221;. A primeira conclusão a que se chega é a de que Moisés era poeta e músico de muitos recursos. Tinha formação e instrução musicais. Inspirado, podia agora produzir uma obra de arte imortal, eterna (PP, 261).</p>
<p>O capítulo 15 de Êxodo prossegue relatando o canto e a dança de Míriam com seu tamborim e das mulheres que a seguiam. Este costume perdurou ainda durante muitos séculos entre os hebreus. Com isto, querem hoje alguns justificar a dança social mista, como fazem certas denominações religiosas após o culto. Não há termo de comparação entre as duas porque &#8220;a primeira tendia à lembrança de Deus, e exaltava Seu santo nome. A última é um ardil de Satanás para fazer os homens se esquecerem de Deus e O desonrarem&#8221; (PP, 760). Outros querem também justificar o uso de pandeiros e baterias, palmas e gritos, danças e rolação como manifestação de júbilo religioso na igreja.</p>
<p>Pensemos, porém, no seguinte: Onde Míriam aprendeu este costume? De quem o aprendeu? Era esta a melhor maneira de alegrar-se perante Jeová e louvá-Lo? Foi dentro de um recinto, santuário ou igreja?</p>
<p>Tanto Moisés como Míriam estavam familiarizados com a corte egípcia, seus rituais religiosos e suas festas. Na ocasião ela fez o que sabia: o costume egípcio.</p>
<p>Às vezes pensamos no povo de Israel saindo do Egito (quem sabe mais de 3 milhões), como o &#8220;povo de Deus&#8221;, todos gente &#8220;fina&#8221;, asseada e educada. Puro engano! Eram imensa massa humana, heterogênea, ignorante, sem cultura, práticos em fazer tijolos e lidar com barro (quem já fez tijolos à maneira antiga sabe), grosseiros, sujos e sem higiene, a ponto de Deus ter de estabelecer por lei para eles o que os gatos fazem por instinto ao enterrarem suas próprias fezes (Deut. 23:13, 14 ). Moisés tinha que ensinar praticamente tudo a estes que vinham de longa escravidão. Não é de se admirar que fosse o homem mais manso da terra&#8230;</p>
<p>Ao pé do Monte Sinai eles também dançaram, embebedaram-se, comeram e folgaram, despiram-se e se corromperam numa festa ao Senhor. Deus tolerou e aceitou a primeira dança junto ao mar, pois não conheciam coisa melhor, mas não deu para tolerar a segunda. O Egito ainda estava no coração deles.</p>
<p>Nada disto havia na inauguração do templo de Salomão, pois a luz sobre a maneira de adorar a Jeová era diferente. A Bíblia é clara em mostrar que a luz divina é comunicada gradativamente. Davi ainda dançou; Salomão já não dançou mais. É claro, pois ele nunca estivera como seu pai pelas cavernas, fugitivo, desterrado, caçado durante anos. O júbilo de Davi é compreensível. Se hoje, porém, um adventista fosse dançando pela rua ao se dirigir para a igreja, se não estivesse embriagado, recomendar-lhe-íamos um exame psiquiátrico e internamento.</p>
<p>O primeiro canto de Moisés foi ao som de pandeiros. O segundo será ao som das harpas de Deus, e ninguém notará a ausência dos pandeiros nem deles sentirá falta!</p>
<p>A descrição bíblica feita da festa inaugural do templo construído por Salomão é impressionante. Nada era improvisado como o cântico junto ao Mar Vermelho; ao contrário, tudo planejado, estudado, ensaiado e executado por pessoas especializadas.</p>
<p><strong>&#8220;Os levitas cantares,&#8230;vestidos de linho fino, com címbalos e com alaúdes, e com harpas, estavam em pé para o oriente do altar; e com eles cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas uniformemente, e cantavam para fazer ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao Senhor; e levantando eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos,&#8230;a glória do Senhor encheu a casa de Deus&#8221; (II Crôn. 5:12-14).</strong></p>
<p><strong>&#8220;Aqui está um ideal para todos os coristas e músicos de todos os tempos: que ao ser ouvida a sua música, a glória do Senhor encha a casa&#8221; (Helen G. Grauman &#8211; &#8220;Música em Minha Bíblia&#8221; CPB, pág. 931).</strong></p>
<p><strong>Imaginemos um grande Templo Adventista com órgão de tubos, orquestra sinfônica, coral, congregação, cantando com o espírito e o entendimento antífonas de música genuinamente sacra&#8230;</strong></p>
<p>Que antegozo da eternidade&#8230;! Ainda assim haveria os que preferissem ouvir alguém de poucos recursos vocais, quase engolindo o microfone, arrebentando os tímpanos da congregação ao som de um &#8220;play back&#8221; de sintetizador, guitarras e baterias com ritmos&#8221;modernos&#8221;!</p>
<p>Nas fronteiras de Canaã, a um passo da Terra Prometida, por conselho de Balaão, as prostitutas moabitas atraíram os filhos de Deus.</p>
<p>&#8220;Iludidos pela música e a dança, e seduzidos pela beleza das vestais gentílicas, romperam sua fidelidade para com Jeová. Unindo-se-lhes nos folguedos e festins, a condescendência para com o vinho anuviou-lhes os sentidos, e derrubou as barreiras do domínio próprio. A paixão teve pleno domínio; e, havendo contaminado a consciência pela depravação, foram persuadidos a curvar-se aos ídolos. Ofereceram sacrifícios sobre os altares gentílicos e participaram dos mais degradantes ritos&#8221; (PP, 479).</p>
<p><strong>E tudo começou com o tipo de música. Pior que a irmã White prossegue na pág. 483:</strong></p>
<p><strong>&#8220;Aproximando-nos do final do tempo, ao achar-se o povo de Deus nas fronteiras da Canaã celestial, Satanás redobrará, como fez antigamente, os seus esforços para os impedir de entrar na boa terra. Arma suas ciladas a toda alma&#8221;.</strong></p>
<p><strong>E mais adiante, à pág. 486, ela diz:</strong></p>
<p><strong>&#8220;Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem guardar bem as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros&#8221;, inclusive música popular, que é o começo do processo.</strong></p>
<p>Os séculos se arrastaram e o povo de Israel continuou em seus altos e baixos. Antes do cativeiro, porém, Satanás preparou outro assalto. Desta vez na Fenícia. As prostitutas usavam a música para atrair e seduzir os homens. Em Tiro elas &#8220;levavam uma harpa quando andavam pelas ruas. Isaías compara Tiro a uma tal mulher. A música era usada por essas mulheres como um dos poderosos meios de sedução. Nestas palavras o profeta compara Tiro durante os setenta anos de esquecimento prestes a vir, como uma prostituta:</p>
<blockquote><p>&#8216;Tiro será como a canção de uma prostituta.</p>
<p>Toma a harpa, rodeia a cidade,</p>
<p>Ó prostituta entregue ao esquecimento:</p>
<p>Toca bem, canta e repete a ária</p>
<p>Para que haja memória de ti!&#8217; Isa. 23:15, 16&#8243;</p>
<p>(Música em Minha Bíblia, pág. 111)</p>
<p>Lembremo-nos também de que o rei de Tiro foi o símbolo que Deus encontrou para representar a queda de Lúcifer no Céu, como já vimos (Ez. 28).</p></blockquote>
<p>As cantoras fenícias, chamadas &#8220;dançarinas&#8221;, tornaram-se as preferidas até no Egito, pois &#8220;em muitos túmulos dos antigos egípcios encontramos representações de moças dançando em festas particulares ao som de vários instrumentos, de maneira semelhante às modernas &#8216;ghawazee&#8217; (dançarinas) ; no entanto, mais licenciosas, com uma ou mais destas dançarinas apresentando-se em estado de completa nudez, embora na presença de homens e mulheres de alta posição&#8221;. Carl Engel, Music of the Most Ancient Nations, págs. 258 e 259 (citado em &#8220;Música em Minha Bíblia&#8221;, pág. 111).</p>
<p>Por isso o profeta Ezequiel já profetizara: &#8220;Eu farei cessar o arruído das tuas cantigas e o som de tuas harpas não se ouvirá mais&#8221; (Ez. 26:13).</p>
<p>As coisas, porém, se complicaram quando se viraram para o lado de Israel. Houve uma princesa fenícia que foi trazida para ser rainha em Israel, pois Acabe a buscou para ser sua esposa.</p>
<p>Não nos precisamos demorar. Conhecemos a história de Jezabel. Estabeleceu centenas de profetas da idolatria e alimentava-os oficialmente. Notadamente Deus Se queixava de que Seu povo O abandonara e seguira a Baal. Jezabel fez que a sensual música das dançarinas fenícias enfeitiçasse os israelitas; no confronto com Elias no Carmelo, após seu culto agitado de música, danças e retalhações, os profetas foram finalmente massacrados. Jezabel quis matar a Elias mas não conseguiu. Mandou matar de maneira pérfida e vergonhosa um homem honesto chamado Nabote para dar sua propriedade como presente ao rei fantoche. Quando Jeú chegou para acabar com a família real, ela ainda foi capaz de se pintar em volta dos olhos como uma prostituta para tentar seduzi-lo. Da janela elevada ela foi precipitada e esborrachou-se no chão. Os cães a devoraram.</p>
<p>Jezabel e o culto a Baal provocaram as maiores reações de Deus. Com o correr dos anos a influência de tal música continuou na vida dos israelitas. Não tardou para que o gosto por este tipo de música estivesse desenvolvido e, como passo natural seguinte, passaram a misturar a música do Templo, da adoração com esta música profana. Deus não podia tolerar um culto agitado, estimulado por música agitada e danças que abriam as portas à prostituição sagrada e oficializada. Quando Deus ouviu no Seu próprio culto os sagrados e solenes salmos desvirtuados e misturados com a sensual música fenícia, como moldura musical para sacrifícios formalísticos, mandou da pequena vila de Tecoa o profeta Amós sacudir Israel com a vibrante mensagem que lemos no cap. 5:23 &#8220;Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos porque não ouvirei as melodias dos teus instrumentos&#8221;. A Bíblia Viva parafraseia assim:</p>
<blockquote><p>&#8220;Acabem com esse barulho das suas canções; eles são um barulho que incomoda meus ouvidos. Não ouvirei suas músicas, por mais belas que sejam&#8221;.</p></blockquote>
<p>Quando Deus hoje observa as tendências da música na Igreja, pendendo para ritmos e balanços da sensual música fenícia moderna, solenemente ainda diz: &#8220;Tenho contra ti que toleras Jezabel&#8221; Apoc. 2:20. Por mais que vocês gostem da mistura do sacro com o profano, por mais discos, fitas e &#8220;play-backs&#8221; que vocês gravem, por mais que vocês explorem essa música popular religiosa e montem negócios de milhões, por mais que vocês apreciem embriagar-se com ela, seja na língua que for, por mais &#8220;bacana&#8221; e &#8220;legal&#8221; que vocês achem que ela seja, não a ouvirei.&#8221; Tirem estas coisas daqui&#8221;! João 2:16 (Bíblia Viva). &#8211; Dario Pires de Araújo. Texto extraído do livro Música, Adventismo e Eternidade, págs. 32-38.</p>
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		<title>Um Impressor que Impressiona</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Concordância Bíblica]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Estienne]]></category>

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		<description><![CDATA[Um impressor que impressionou JÁ DESEJOU alguma vez encontrar um texto na Bíblia, mas não se lembrou onde encontrá-lo? No entanto, por se lembrar de apenas uma palavra conseguiu encontrá-lo por meio duma concordância bíblica (ou chave bíblica). Ou talvez já tenha assistido a uma reunião cristã em que centenas ou mesmo milhares dos presentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/estienne.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-566" title="estienne" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/estienne-300x199.jpg" alt="estienne" width="300" height="199" /></a>Um  impressor que impressionou</strong></h3>
<p>JÁ DESEJOU alguma vez encontrar um texto na Bíblia, mas não se lembrou onde encontrá-lo? No entanto, por se lembrar de apenas uma palavra conseguiu encontrá-lo por meio duma concordância bíblica (ou chave bíblica). Ou talvez já tenha assistido a uma reunião cristã em que centenas ou mesmo milhares dos presentes puderam abrir sua Bíblia para ler um texto apenas segundos depois de ter sido mencionado.</p>
<p>Em qualquer desses casos, deve algo a um homem de quem talvez não tenha ouvido falar. Ele lhe facilitou seu estudo da Bíblia e também desempenhou um papel em garantir que tenhamos hoje Bíblias exatas. Até mesmo influenciou o formato que muitas das Bíblias têm.</p>
<p><span id="more-408"></span></p>
<p>Este homem foi Robert Estienne. Ele era impressor, filho de impressor, nascido em Paris, na França, no começo do século 16. Era a época da Renascença e da Reforma. A prensa foi o seu veículo de propagação. Henri Estienne, pai de Robert, era impressor famoso, tendo produzido algumas das melhores edições de livros produzidas na Renascença. Seu trabalho incluía obras acadêmicas e bíblicas para a Universidade de Paris, e a faculdade de teologia dela — a Sorbonne.</p>
<p>Mas, fixemos a atenção no seu filho, Robert Estienne. Pouco se sabe sobre seu grau de escolaridade. No entanto, desde cedo na vida, ele dominou o latim, e logo aprendeu também o grego e o hebraico. Do pai, Robert aprendeu o ofício da impressão. Em 1526, quando tomou conta da prensa de Henri, Robert Estienne já era conhecido como erudito de elevado nível lingüístico. Embora publicasse edições críticas da literatura latina e de outras obras eruditas, seu primeiro e inegável amor era a Bíblia. Ansioso de realizar para a Bíblia em latim o que já se fizera para os clássicos latinos, Estienne empreendeu restabelecer o mais possível o texto original da Bíblia Vulgata latina de Jerônimo, do quinto século.</p>
<p>Uma Vulgata aprimorada</p>
<p>Jerônimo tinha traduzido a Bíblia dos originais hebraico e grego, mas, nos dias de Estienne, a Vulgata já existia por mil anos. Muitos erros e adulterações se haviam introduzido em conseqüência de sucessivas transcrições da Vulgata. Além disso, durante a Idade Média, as palavras divinamente inspiradas da Bíblia haviam ficado obscurecidas por um emaranhado de lendas medievais, passagens parafraseadas e interpolações espúrias. Estas haviam ficado tão misturadas com o texto da Bíblia, que começavam a ser aceitas como escritos inspirados.</p>
<p>Para eliminar tudo o que não era original, Estienne aplicou os métodos da crítica textual, usados no estudo da literatura clássica. Recorreu aos manuscritos mais antigos e melhores que havia. Nas bibliotecas em Paris e arredores, e em lugares tais como Évreux e Soissons, ele descobriu diversos manuscritos antigos, um deles aparentemente do sexto século. Estienne comparou cuidadosamente os diversos textos latinos, passagem por passagem, escolhendo apenas a que parecia ser mais autêntica. A obra resultante, a Bíblia de Estienne, foi primeiro publicada em 1528 e foi um passo significativo para o refinamento da exatidão textual da Bíblia. Seguiram-se edições aprimoradas por Estienne. Outros, antes dele, já haviam tentado corrigir a Vulgata, mas a edição dele foi a primeira a fornecer um aparato crítico. Estienne indicava nas margens onde havia omitido certas passagens duvidosas ou onde era possível haver mais de uma versão. Ele anotou também como fonte os manuscritos que autorizavam estas correções.</p>
<p>Estienne introduziu muitas outras particularidades bastante novas para o século 16. Ele fez distinção entre os livros apócrifos e a Palavra de Deus. Colocou o livro de Atos depois dos Evangelhos e antes das cartas de Paulo. No alto de cada página forneceu umas poucas palavras-chave para ajudar o leitor a localizar passagens específicas. Este foi o mais antigo exemplo do que hoje se chama de título corrido. Em vez de usar o tipo gótico, complexo, ou negrito, originário da Alemanha, Estienne foi um dos primeiros a imprimir a Bíblia inteira em tipo romano mais fino e mais fácil de ler, agora em uso comum. Ele forneceu também muitas remissões recíprocas e notas filológicas para ajudar a esclarecer certas passagens bíblicas.</p>
<p>Muitos nobres e prelados apreciavam a Bíblia de Estienne, porque era melhor do que qualquer outra edição impressa da Vulgata. Em matéria de beleza, artesanato e utilidade, sua edição tornou-se o padrão e foi logo imitada em toda a Europa.</p>
<p>Impressor do rei</p>
<p>&#8220;Observaste o homem que é destro na sua obra? É perante reis que ele se postará&#8221;, diz Provérbios 22:29. A inovadora engenhosidade e a habilidade lingüística de Estienne não deixaram de ser notadas por Francisco I, rei da França. Estienne tornou-se impressor do rei de obras em latim, hebraico e grego. Como tal, Estienne produziu algumas das que até hoje são consideradas obras-primas da tipografia francesa. Em 1539, ele começou a produzir a primeira e melhor Bíblia hebraica completa impressa na França. Em 1540, ele introduziu ilustrações na sua Bíblia em latim. Mas, em vez das usuais apresentações fantasiosas de eventos bíblicos, comuns na Idade Média, Estienne forneceu gravuras instrutivas, baseadas em evidência arqueológica, ou em medidas e descrições encontradas na própria Bíblia. Estas gravuras xilográficas retratavam em pormenores assuntos tais como a arca do pacto, as vestes do sumo sacerdote, o tabernáculo e o templo de Salomão.</p>
<p>Usando um tipo grego especial, que tinha encomendado para a impressão da coleção de manuscritos do rei, Estienne passou a produzir a primeira edição crítica das Escrituras Gregas Cristãs. Embora as primeiras duas impressões do texto grego feitas por Estienne fossem pouco melhores do que a obra de Desidério Erasmo, Estienne acrescentou na terceira edição, de 1550, os cotejos e as remissões de uns 15 manuscritos, inclusive do Códice Bezae do quinto século e da Bíblia Septuaginta. Esta edição feita por Estienne teve aceitação tão ampla, que se tornou mais tarde a base do chamado Textus Receptus, ou Texto Recebido, em que se basearam muitas das traduções posteriores, inclusive a versão Almeida, de 1681.</p>
<p>A Sorbonne em oposição à Reforma</p>
<p>Quando as idéias de Lutero e de outros reformadores se espalharam pela Europa, a Igreja Católica procurou controlar o que as pessoas pensavam por regulamentar o que liam. Em 15 de junho de 1520, o Papa Leão X emitiu uma bula ordenando que não se imprimisse, vendesse ou lesse em nenhum país católico um livro que contivesse &#8220;heresias&#8221;, e exigindo das autoridades seculares o cumprimento da bula dentro dos seus domínios. Na Inglaterra, o Rei Henrique VIII confiou a tarefa da censura ao bispo católico Cuthbert Tunstall. Na maior parte da Europa, porém, a autoridade inconteste em assuntos de doutrina, só superada pela do papa, era o corpo docente de teólogos da Universidade de Paris — a Sorbonne.</p>
<p>A Sorbonne era o porta-voz da ortodoxia católica. Fora encarada por séculos como o baluarte da fé católica. Os censores da Sorbonne opunham-se a todas as edições críticas e às traduções vernáculas da Vulgata, considerando-as não somente &#8220;inúteis para a igreja, mas prejudiciais&#8221;. Isto não surpreendia numa época em que os Reformadores punham em dúvida as doutrinas, as cerimônias e as tradições da Igreja, que não se baseavam na autoridade das Escrituras. No entanto, muitos teólogos na Sorbonne achavam as veneradas doutrinas da Igreja mais importantes do que a versão exata da própria Bíblia. Certo teólogo disse: &#8220;Uma vez adotadas as doutrinas, as Escrituras são como andaimes tirados depois de construída a parede.&#8221; A maior parte do corpo docente não conhecia o hebraico e o grego, mas ainda assim desprezava os estudos de Estienne e de outros eruditos da Renascença, que pesquisavam o sentido original das palavras usadas na Bíblia. Um professor da Sorbonne até mesmo se aventurou a dizer que &#8220;propagar um conhecimento do grego e do hebraico operaria a destruição de toda a religião&#8221;.</p>
<p>A Sorbonne ataca</p>
<p>Embora as primeiras edições da Vulgata de Estienne tivessem passado pelos censores da faculdade, isso não se dera sem controvérsia. Lá no século 13, a Vulgata tinha sido cultuada como a Bíblia oficial da universidade, e, para muitos, seu texto era infalível. O corpo docente até mesmo condenara o respeitado erudito Erasmo por seu trabalho na Vulgata. Que um impressor leigo, local, tivesse a audácia de corrigir o texto oficial era alarmante para alguns.</p>
<p>Acima de tudo, o que talvez preocupasse mais os teólogos eram as notas marginais de Estienne. Estas notas lançavam dúvida sobre a legitimidade do texto da Vulgata. O desejo de Estienne de esclarecer certas passagens resultou em ele ser acusado de se intrometer no domínio da teologia. Ele negou a acusação, afirmando que suas notas eram apenas breves resumos ou eram de natureza filológica. Por exemplo, sua nota sobre Gênesis 37:35 explicava que a palavra &#8220;inferno&#8221; [em latim: infernum] não podia ali ser entendida como lugar de punição dos iníquos. O corpo docente acusou-o de negar a imortalidade da alma e o poder de intercessão dos &#8220;santos&#8221;.</p>
<p>No entanto, Estienne gozava do favor e da proteção do rei. Francisco I mostrava muito interesse nos estudos renascentistas, em especial da obra de seu impressor real. Relata-se que Francisco I até mesmo visitou certa vez a Estienne e esperou pacientemente enquanto este fazia umas correções de última hora num texto. Com o apoio do rei, Estienne resistiu à Sorbonne.</p>
<p>Teólogos proscrevem as Bíblias dele</p>
<p>No entanto, em 1545, certos eventos fizeram com que a plena fúria do corpo docente da Sorbonne se fixasse em Estienne. Considerando benéfico oferecer uma frente unida contra os Reformadores, as universidades católicas da Colônia (Alemanha), de Louvain (Bélgica) e de Paris, haviam anteriormente concordado em colaborar na censura de ensinos não ortodoxos. Quando os teólogos da Universidade de Louvain escreveram à Sorbonne expressando sua surpresa de que as Bíblias de Estienne não constavam da lista de livros proscritos, de Paris, a Sorbonne respondeu mentindo que realmente as teria proscrito se as tivesse visto. Os inimigos de Estienne no corpo docente estavam confiantes que bastaria a autoridade conjugada das faculdades de Louvain e de Paris para convencer Francisco I dos erros do seu impressor.</p>
<p>No ínterim, tendo sido alertado sobre as intenções dos seus inimigos, Estienne chegou ao rei primeiro. Estienne sugeriu que, se os teólogos apresentassem uma lista de quaisquer erros que haviam encontrado, ele estava bem disposto a imprimi-la junto com as correções dos teólogos e a incluí-la em cada Bíblia vendida. Esta solução obteve o favor do rei. Este encarregou do assunto a Pierre du Chastel, seu leitor real. Em outubro de 1546, o corpo docente escreveu a Du Chastel, protestando que as Bíblias de Estienne eram &#8220;alimento para os que negam a nossa Fé e apóiam as . . . heresias em voga&#8221;, e estavam tão cheias de erros, a ponto de merecer na sua &#8220;totalidade ser extintas e exterminadas&#8221;. Não se convencendo, o rei ordenou então pessoalmente que o corpo docente da faculdade apresentasse as censuras, para que fossem impressas junto com as Bíblias de Estienne. Prometeram fazer isso, mas, na realidade, fizeram todo o possível para evitar ter de apresentar uma lista detalhada dos supostos erros.</p>
<p>Francisco I faleceu em março de 1547, e com ele desapareceu o aliado mais forte de Estienne contra o poder da Sorbonne. Quando Henrique II ascendeu ao trono, ele renovou a ordem do pai, de que o corpo docente apresentasse suas censuras. No entanto, observando como os príncipes alemães usavam a Reforma para fins políticos, Henrique II estava menos preocupado com as supostas vantagens ou desvantagens das Bíblias do impressor do rei do que com manter a França católica e unida sob o seu novo rei. Em 10 de dezembro de 1547, o Conselho Privado do rei decidiu que as vendas das Bíblias de Estienne fossem proibidas até que os teólogos apresentassem sua lista de censuras.</p>
<p>Acusado de ser herege</p>
<p>O corpo docente procurou então meios para entregar o caso de Estienne a um tribunal especial recém-estabelecido para julgar casos de heresia. Não era preciso lembrar a Estienne o perigo que corria. Dentro de dois anos após a sua formação, o tribunal ficou conhecido como chambre ardente, ou &#8220;câmara ardente&#8221;. Cerca de 60 vítimas foram mandadas à estaca, inclusive alguns impressores e vendedores de livros, queimados vivos na Praça Maubert, a poucos minutos da casa de Estienne. A casa de Estienne foi várias vezes vasculhada em busca de qualquer evidência contra ele. Mais de 80 testemunhas foram interrogadas. Prometeu-se aos informantes um quarto dos bens dele se fosse condenado por heresia. Mesmo assim, sua única evidência era o que Estienne imprimira abertamente em suas Bíblias.</p>
<p>O rei ordenou novamente que a lista das censuras do corpo docente fosse entregue ao seu Conselho Privado. O corpo docente, refratário, respondeu que ‘os teólogos não têm por hábito assentar por escrito os motivos pelos quais condenam algo como herético, mas respondem apenas verbalmente, o que terá de aceitar, do contrário não haverá fim de se escrever’. Henrique concordou. Impôs-se a proscrição definitiva. Quase todas as obras bíblicas que tinham sido produzidas por Estienne foram condenadas. Embora ele tivesse escapado das chamas da Praça Maubert, decidiu deixar a França em face da proscrição total das suas Bíblias e da probabilidade de mais importunações.</p>
<p>O impressor expatriado</p>
<p>Em novembro de 1550, Estienne mudou-se para Genebra, na Suíça. O corpo docente tornara ilegal na França publicar qualquer Bíblia a não ser a Vulgata. Estienne, então livre para publicar o que quisesse, reimprimiu seu &#8220;Novo Testamento&#8221; grego em 1551, com duas versões latinas (a Vulgata e o texto de Erasmo) em colunas paralelas. Acompanhou isso em 1552 com uma tradução francesa das Escrituras Gregas em colunas paralelas com o texto latino de Erasmo. Nestas duas edições, Estienne introduziu seu sistema de dividir o texto bíblico em versículos numerados — o mesmo sistema hoje usado universalmente. Embora outros já antes tivessem tentado sistemas diferentes para a separação em versículos, o de Estienne tornou-se a forma aceita. Sua Bíblia em francês, de 1553, foi a primeira Bíblia completa com seu sistema de separação por versículos.</p>
<p>A Bíblia latina de 1557 em duas versões, de Estienne, também é digna de nota pelo uso do nome pessoal de Deus, Jehova, em todas as Escrituras Hebraicas. Na margem do segundo salmo, ele observou que a substituição de ´Adho·naí em lugar do Tetragrama hebraico (%&amp;%*) se baseava exclusivamente na superstição judaica e devia ser rejeitada. Estienne usou nesta edição o grifo para indicar as palavras em latim acrescentadas para completar o sentido do hebraico. Esta técnica foi mais tarde adotada em outras Bíblias, um legado que muitas vezes tem intrigado os leitores atuais, acostumados com o uso moderno do grifo para mostrar ênfase.</p>
<p>Estienne, decidido a colocar sua erudição à disposição de outros, dedicou sua vida à divulgação das Escrituras Sagradas. Os que hoje dão valor à Palavra de Deus podem ser gratos pelos esforços dele e pelo trabalho de outros, que se esforçaram meticulosamente a descobrir as palavras da Bíblia conforme escritas originalmente. O processo iniciado por eles ainda continua, ao passo que obtemos conhecimento mais exato das línguas antigas, bem como descobrimos manuscritos mais antigos e mais exatos da Palavra de Deus. Pouco antes da sua morte (1559), Estienne trabalhava numa nova tradução das Escrituras Gregas. Perguntaram-lhe: &#8220;Quem a vai comprar? Quem a vai ler?&#8221; Ele respondeu confiantemente: ‘Todos os homens instruídos de devoção piedosa.’</p>
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		<title>Conselhos Sobre Política</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Conselhos Sobre Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloqüência. Temo-nos alistado no exército do Senhor, e não nos cabe combater do lado do inimigo, mas do lado de Cristo, onde podemos ser um todo unido, em sentimento, ação, espírito e comunhão. Os que são verdadeiramente cristãos são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/politica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-367" title="politica" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/politica-300x198.jpg" alt="politica" width="300" height="198" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloqüência.</strong></p>
<p>Temo-nos alistado no exército do Senhor, e não nos cabe combater do lado do inimigo, mas do lado de Cristo, onde podemos ser um todo unido, em sentimento, ação, espírito e comunhão. Os que são verdadeiramente cristãos são ramos da Videira verdadeira, e darão o mesmo fruto que ela. Agirão em harmonia, em comunhão cristã. Não usarão distintivos políticos, mas os de Cristo. – Fundamentos da Educação Cristã pág. 475 e 476.</p>
<p><span id="more-288"></span></p>
<p>Rogo aos meus irmãos designados para educar, que mudem sua maneira de agir. É um engano de vossa parte o ligar vossos interesses com qualquer partido político, dar o vosso voto com eles ou por eles. Os que ocupam o lugar de educadores, de pastores, de colaboradores de Deus em qualquer sentido, não têm batalhas a travar no mundo político. Sua cidadania se acha nos Céus. O Senhor pede-lhes que permaneçam como um povo separado e peculiar. Ele não quer que haja cismas no corpo de crentes. Seu povo tem de possuir os elementos de reconciliação. É porventura sua obra fazer inimigos no mundo político? &#8211; Não, não! Eles têm de permanecer como súditos do reino de Cristo, levando a bandeira em que se acha inscrito: &#8220;Os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.&#8221; Apoc. 14:12.</p>
<p>O Senhor deseja que todos os portadores da mensagem para estes últimos dias compreendam que há grande diferença entre os que professam a religião, mas não são praticantes da Palavra, e os filhos de Deus, que são santificados pela verdade e têm aquela fé que atua pelo amor e purifica a alma. O Senhor refere-Se aos que pretendem crer na verdade para este tempo, os quais não discernem, porém, qualquer incoerência em tomarem parte na política, misturando-se com as pessoas violentas destes últimos dias, como os circuncisos que se misturam com os incircuncisos, e declara que destruirá ambas as classes juntamente, sem distinção. Estão fazendo uma obra que não lhes mandou fazer. Desonram a Deus por seu espírito faccioso e por suas contendas, e Ele condenará de igual maneira a ambas as classes. – Idem pág. 482.</p>
<p>Há uma grande vinha a ser cultivada; mas, conquanto os cristãos tenham de trabalhar entre os incrédulos, não se devem parecer com os mundanos. Não devem gastar seu tempo a falar de política e agir em favor dela; pois assim fazendo, dão oportunidade ao inimigo de penetrar e causar desinteligências e discórdias. Aqueles, dentre os pastores, que desejam ser políticos, devem perder suas credenciais; pois essa obra Deus não deu a elevados nem a humildes dentre Seu povo. Deus pede a todos quantos ministram em palavra e doutrina, que dêem à trombeta um sonido certo. Todos quantos receberam a Cristo, pastores e membros leigos, devem levantar-se e resplandecer; pois grandes perigos se acham iminentes sobre nós. Satanás está agitando os poderes da Terra. Tudo neste mundo se acha em confusão. Deus pede a Seu povo que mantenha acima de tudo a bandeira que apresenta a mensagem do terceiro anjo. Não devemos ir a Cristo por intermédio de algum ser humano, mas por meio de Cristo devemos compreender a obra que Ele nos deu a fazer pelos outros.</p>
<p>Deus apela para Seu povo, dizendo: &#8220;Saí do meio deles, e apartai-vos.&#8221; II Cor. 6:17. Ele pede que o amor que tem manifestado por eles seja retribuído e evidenciado por meio de voluntária obediência a Seus mandamentos. Os filhos de Deus têm de separar-se da política, de toda união com os incrédulos. Não devem ligar seus interesses aos do mundo. &#8220;Provai vossa aliança comigo&#8221;, diz Ele, &#8220;permanecendo como Minha herança escolhida, como um povo zeloso de boas obras.&#8221; Não tomeis parte em lutas políticas. Separai-vos do mundo, e refreai-vos quanto a introduzir na igreja ou na escola idéias que hão de levar a contendas e perturbações. As dissensões são o veneno moral introduzido no organismo pelos seres humanos egoístas. Deus quer que Seus servos tenham clara percepção, verdadeira e nobre dignidade, para que sua influência manifeste o poder da verdade. A vida cristã não deve ser vivida a esmo ou depender de emoções. A verdadeira influência cristã, exercida para a realização da obra designada por Deus, é um precioso instrumento, e não se deve unir com política, ou ligar em união com incrédulos. Deus tem de ser o centro de atração. Toda mente em que o Espírito Santo opera, satisfar-se-á com Ele.</p>
<p>Não devemos, como um povo, envolver-nos em questões políticas. Todos fariam bem em dar ouvidos à Palavra de Deus: Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos em luta política, nem vos vinculeis a eles em suas ligações. Não há terreno seguro em que possam estar e trabalhar juntos. O fiel e o infiel não têm terreno neutro em que possam encontrar-se.</p>
<p>Aquele que transgride um dos preceitos dos mandamentos de Deus é transgressor de toda a lei. Mantende secreto o vosso voto. Não acheis ser vosso dever insistir com todo o mundo para fazer como fazeis. – Carta 4, 1898. Mensagens Escolhidas vol 2 pág. 337.</p>
<p>Se alguém procurar arrastar os obreiros para discussões ou debates sobre política ou outras questões, não deis atenção, seja à persuasão, seja ao desafio. Levai avante a obra de Deus com firmeza e vigor, mas, na mansidão de Cristo, e tão sossegadamente quanto possível. Nenhuma ostentação humana se faça ouvir. Não se faça notar nenhum indício de presunção. Seja manifesto que Deus nos chamou para lidar com sagradas verdades; pregai a palavra, sede diligentes, sinceros, fervorosos. – Obreiros Evangélicos pág 374.</p>
<p>Por mais de uma vez Cristo foi solicitado a decidir questões políticas e jurídicas; mas recusava-Se a interferir em assuntos temporais. &#8230; Ele ocupava no mundo o lugar de Cabeça do grande reino espiritual para cujo estabelecimento aqui viera &#8211; o reino da justiça. Seus ensinos tornaram claros os princípios enobrecedores, santificadores que regem Seu reino. Mostrou que a justiça, misericórdia e amor são as forças dominantes no reino de Jeová. – Testimonies, vol. 9, pág. 218.</p>
<p>Quando o orador, de maneira descuidada se intromete em qualquer parte, tomado pela fantasia, quando fala de política ao povo, está misturando fogo comum com o sagrado. Ele desonra a Deus. Não tem verdadeira evidência de Deus de que esteja falando a verdade. Comete para com seus ouvintes um grave mal. Pode plantar sementes que poderão lançar bem fundo suas fibrosas raízes, e elas brotam dando um fruto venenoso. Como ousam os homens fazer isso? Como ousam adiantar idéias quando não sabem com certeza de onde vieram, ou se são a verdade? – Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos pág 337.</p>
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		<title>Podemos ainda ser considerado o Povo da Bíblia?</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Somos o Povo da Bíblia?]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo do Prof. Alberto R. Timm, na edição de junho, intitulado “Podemos ainda ser considerados o Povo da Bíblia?”, é dos mais importantes artigos publicados nos últimos anos. O problema que ele levanta, que é a superficialidade da Igreja pela preocupação com o número de batismos, e a conseqüente falta de preparo dos candidatos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/povo_biblia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-325" title="povo_biblia" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/povo_biblia-300x197.jpg" alt="povo_biblia" width="300" height="197" /></a>O artigo do <em>Prof. Alberto R. Timm</em>, na edição de junho, intitulado “Podemos ainda ser considerados o Povo da Bíblia?”, é dos mais importantes artigos publicados nos últimos anos. O problema que ele levanta, que é a superficialidade da Igreja pela preocupação com o número de batismos, e a conseqüente falta de preparo dos candidatos, deve ser considerado seriamente pelo administradores e departamentais da Obra, pois, pensando estarem promovendo o Reino de Deus mais rapidamente, na verdade estão enfraquecendo a Igreja e tornando-a presa fácil dos movimentos subversivos e de toda espécie de heresia. Além de desenvolver a presunção e orgulho pessoal.</p>
<p>Aos administradores, departamentais e pastores de todos os níveis, que ainda não leram esse artigo, apelamos para que o leiam, com humildade e responsabilidade. E assumam sua posição com o temor de Deus.”</p>
<p>Tercio Sarli</p>
<p>Presidente da União Central Brasileira da IASD<br />
<span id="more-285"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Tahoma;"><em>O artigo do Prof. Alberto R. Timm, na edição de       junho, intitulado “Podemos ainda ser considerados o Povo da Bíblia?”,       é dos mais importantes artigos publicados nos últimos anos. O problema       que ele levanta, que é a superficialidade da Igreja pela preocupação       com o número de batismos, e a conseqüente falta de preparo dos       candidatos, deve ser considerado seriamente pelo administradores e       departamentais da Obra, pois, pensando estarem promovendo o Reino de Deus       mais rapidamente, na verdade estão enfraquecendo a Igreja e tornando-a       presa fácil dos movimentos subversivos e de toda espécie de heresia. Além       de desenvolver a presunção e orgulho pessoal. </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Tahoma;"> Aos administradores, departamentais e pastores de todos os níveis, que       ainda não leram esse artigo, apelamos para que o leiam, com humildade e       responsabilidade. E assumam sua posição com o temor de Deus.” </span></em></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-size: 11pt; font-family: Tahoma;"><em>Tercio Sarli </em></span></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-size: 11pt; font-family: Tahoma;"><em>Presidente da União Central       Brasileira da IASD</em></span></p>
</div>
<p>Podemos Ainda Ser Considerados o  &#8220;Povo da Bíblia&#8221;?</p>
<p>A iminente crise entre a verdade e o erro requer intimidade com a Bíblia</p>
<p>Por Alberto R. Timm</p>
<p>Estudos sociológicos da religião têm demonstrado que os movimentos religiosos surgem normalmente com o propósito de reformar a cultura na qual existem. Mas no segundo século de sua existência, depois que faleceram os pioneiros e aqueles que os conheceram, esses mesmos movimentos tendem a perder sua identidade e a ser reabsorvidos pela própria cultura que originalmente tencionavam reformar.</p>
<p>A Igreja Adventista do Sétimo Dia se depara hoje com os desafios próprios do segundo século de sua existência. Mas, somando-se a isso, ela vive também num mundo em que apelos ecumênicos e tendências pluralistas estão inibindo grande número de denominações cristãs de falarem de suas diferenças doutrinárias. Sob as fortes correntes da globalização ecumênica, tais denominações acabaram perdendo quase que completamente a sua própria identidade.</p>
<p>Isso nos leva a indagar: Não estaria também a Igreja Adventista do Sétimo Dia correndo o risco de perder sua identidade? Poderíamos detectar hoje evidências disso em nosso meio? E, se detectadas, o que deveríamos fazer para minimizar seus efeitos?</p>
<p>O presente artigo considera, brevemente, (1) como os adventistas viam sua própria identidade até cerca de 1980; (2) como essa identidade começou a se alterar a partir da década de 1980; e (3) o que deveríamos fazer para preservar nossa identidade cristã-adventista.</p>
<p>Período de ênfase bíblico-doutrinária (1844-1980) &#8211; Os adventistas foram conhecidos, por muitos anos, como &#8220;o povo da Bíblia&#8221;. Seus fundadores amavam realmente a &#8220;verdade&#8221; e eram profundos estudiosos da Palavra de Deus. Guilherme Miller, por exemplo, iniciou, em 1816, um período de estudo seqüencial da Bíblia, começando com Gênesis 1:1, e prosseguindo somente depois de haver compreendido satisfatoriamente cada texto bíblico.</p>
<p>Descrevendo os primórdios do movimento adventista sabatista, Ellen White escreveu: &#8220;Reunia-me com eles [Tiago White, José Bates, Estêvão Pierce, Hiram Edson e outros], e estudávamos e orávamos fervorosamente. Muitas vezes ficávamos reunidos até alta noite, e às vezes a noite toda, pedindo luz e estudando a Palavra. Repetidas vezes esses irmãos se reuniram para estudar a Bíblia, a fim de que conhecessem seu sentido e estivessem preparados para ensiná-la com poder.&#8221;1</p>
<p>J. N. Andrews afirmou em 1849, em um dos seus primeiros contatos com Tiago e Ellen White, que &#8220;trocaria mil erros por uma verdade&#8221;2 J. O. Corliss ouviu certa ocasião alguém perguntar a Andrews quanto da Bíblia ele havia memorizado. A resposta de Andrews foi: &#8220;Não ousaria dizer que poderia repetir todo o Antigo Testamento, mas tenho certeza de que se o Novo Testamento fosse perdido, eu o poderia reproduzir palavra por palavra.&#8221;3 Além disso, ele foi também um dos mais importantes pesquisadores e expositores das doutrinas bíblicas durante o período formativo da mensagem adventista do sétimo dia.</p>
<p>Mas esses são apenas alguns exemplos do amor que os pioneiros do movimento adventista demonstravam pelo conhecimento doutrinário das Escrituras e pela compreensão dos textos bíblicos. O mesmo amor continuou sendo uma das marcas distintivas dos adventistas pelo menos até o final da década de 1970. Refletia-se tanto no conteúdo dos sermões pregados e dos estudos bíblicos dados como nos programas de jovens (conhecidos até 1979 como &#8220;Ligas MVs&#8221;).</p>
<p>As novas gerações de conversos entravam para a igreja com tal convicção da verdade que dificilmente abandonavam a fé. Os adventistas eram respeitados e até temidos pelos demais evangélicos, devido ao seu profundo conhecimento bíblico. Os próprios adventistas chegavam mesmo a se vangloriar de que uma das evidências de possuírem a verdade era o fato de que seus membros, se alguns deles deixassem a igreja, não se uniam a nenhuma outra denominação.</p>
<p>Durante o período em consideração (1844-1980), era um sagrado costume adventista fazer o &#8220;Ano Bíblico&#8221;. Entre os adventistas brasileiros que seguiam essa prática podemos destacar, por exemplo, Haroldo P. de Castro Lobo (1901-1985), que leu a Bíblia inteira 60 vezes4, e Sérgio Vieira de Araújo (1888-1980), que chegou a ler a Bíblia toda 116 vezes.5 Essa mesma dedicação às Escrituras contribuiu para que vários adventistas brasileiros vencessem concursos nacionais e internacionais da Bíblia realizados no Brasil6, bem como para que alguns deles obtivessem boas colocações na fase final do famoso Concurso Internacional da Bíblia, em Jerusalém. Destacaram-se, no concurso de Jerusalém, os brasileiros Irene Santos, em 1958; Yolanda Anversa da Silva, em 1961; José Ribamar de Menezes, em 1964; e Francisco Alves de Pontes (conhecido popularmente como &#8220;Chico Bíblia&#8221;), em 1981.7 Muitos outros adventistas brasileiros se salientaram pelo grande número de passagens bíblicas memorizadas e por sua acurada compreensão dos ensinamentos bíblicos.</p>
<p>Período de ênfase bíblico-relacional (1981- ) &#8211; Se até o final da década de 1970 os adventistas se caracterizavam pelo seu conhecimento bíblico-doutrinário, a partir da década de 1980 essa característica começou lentamente a ser suplantada por uma nova ênfase bíblico-relacional. Em outras palavras, o interesse pelo conhecimento racional dos ensinamentos bíblicos acabou sendo superado por uma leitura existencialista da Bíblia, como uma forma de alimentar o relacionamento com a pessoa de Cristo.</p>
<p>Fundamental para essa transição, no Brasil, foi a publicação em português de algumas obras do pastor americano Morris L. Venden como, por exemplo, Fé Que Opera (Meditações Matinais de 1981), Como Conhecer a Deus: Um Plano de 5 Dias (1989), 95 Teses Sobre Justificação Pela Fé (1990). Mais influentes ainda foram a pregação e as publicações de Alejandro Bullón, dentre as quais se destacam alguns dos seus primeiros livros em português como, por exemplo, Conhecer Jesus E Tudo (1988) e Crise Existencial (1988). Essas obras contribuíram significativamente para que muitas pessoas que viviam uma religião de mero formalismo doutrinário tivessem um encontro genuíno com Cristo.</p>
<p>A nova ênfase relacional era necessária e chegou num momento oportuno para a igreja. Mas, como ocorre em quase todos os processos de transição, também nesse caso o pêndulo espiritual de muitos adventistas não conseguiu se deter no ponto de equilíbrio, e acabou passando do extremo do formalismo doutrinário para o outro extremo do existencialismo subjetivo. Embevecidas com o relacionamento místico com Cristo, algumas pessoas começaram a assumir uma postura antidoutrinária, na qual doutrinas básicas da fé adventista passaram a ser vistas como meros resquícios de uma obsoleta religião legalista.</p>
<p>A atual superficialidade no conhecimento das Escrituras tem contribuído, mais do que qualquer outra coisa, para obliterar a consciência profético-doutrinária da denominação. O estudo objetivo (doutrinário) da Bíblia tem sido substituído por uma leitura pietista (existencialista), destinada quase que exclusivamente a alimentar um relacionamento místico e subjetivo com Cristo. Conseqüentemente, os sermões de muitas de nossas igrejas tornaram-se mais leves, substituindo, em grande parte, o conteúdo doutrinário da Bíblia pelas experiências pessoais do próprio pregador.</p>
<p>Visitei certa ocasião uma de nossas igrejas que havia sido dividida por teorias especulativas. Depois de estudar detidamente o assunto em debate com os membros daquela igreja, uma jovem levantou-se e disse: &#8220;Pastor, agradeço sua disposição em vir aqui e nos esclarecer essas questões. Mas gostaria de lhe perguntar: Deveríamos ser reprovados por havermos crido nessas heresias, quando os nossos próprios pregadores usam o púlpito para apresentar mensagens apenas do tipo &#8216;leite com água&#8217; sem jamais esclarecerem antecipadamente para nós a verdade a respeito dessas heresias, de modo a termos condições de respondê-las ao elas surgirem?&#8221;</p>
<p>A indiferença existencialista para com os ensinos de Cristo tem se refletido também no despreparo de muitas pessoas que ingressam hoje na igreja. Fala-se, em alguns lugares, a respeito de batismo tipo &#8220;lava-rápido&#8221;. Desconhecendo a diferença entre o contexto sócio-religioso do Novo Testamento e o complexo mosaico filosófico, cultural e religioso de nossos dias, há quem advogue a teoria de que ainda hoje qualquer pessoa pode ser batizada e ser aceita como membro da Igreja Adventista depois de ouvir um só sermão (como o que foi pregado por Pedro no Pentecostes, Atos 2), ou de receber um só estudo bíblico (como o que foi dado por Filipe ao eunuco, Atos 8:26-40), ou mesmo de ouvir um só hino (como o que foi cantado por Paulo e Silas na prisão, Atos 16:16-34). Para os adeptos desse novo modelo existencialista, qualquer pessoa que professe um relacionamento subjetivo com Cristo pode ser membro da igreja, independente dessa pessoa aceitar ou não os ensinos doutrinários de Cristo.</p>
<p>Séries de estudos bíblicos que quase não usam mais a Bíblia têm deixado os novos membros vulneráveis no seu conhecimento da Palavra. Sem chegarem a nutrir um genuíno amor pela verdade bíblica e sem terem compreendido a natureza profética do movimento adventista, muitos desses membros vêem a Igreja Adventista apenas como mais uma denominação evangélica, que se distingue vagamente das demais denominações por ainda crer no sábado e na mortalidade da alma. Não é sem motivo que encontramos hoje muitos ex-adventistas em outras denominações cristãs.</p>
<p>Se o objetivo a ser alcançado é batizar o maior número possível de pessoas, sem preocupações concretas com a sua permanência na igreja, então quanto mais curto e superficial o preparo, mais fácil será convencer pessoas a descerem às águas batismais. Mas, por outro lado, se o objetivo for conseguir o maior número possível de membros que permaneçam na igreja e sejam missionariamente produtivos, então teremos de ensinar-lhes antes do batismo pelo menos os fundamentos de nossa fé.8 Como poderão os novos crentes ensinar a outros a verdade que eles mesmos não aprenderam (Rom. 10:13-15; cf. Ter. 48:10)?</p>
<p>Mas o uso esporádico e superficial das Escrituras não se reflete apenas em sermões e no preparo de candidatos ao batismo. Os programas de jovens de muitas de nossas igreja perderam completamente de vista a centralidade das Escrituras em sua programação. Voltados mais à distração e ao entretenimento, tais programas não oferecem mais oportunidade para que os jovens esclareçam suas dúvidas sobre as doutrinas e o estilo de vida que professamos. O estudo seqüencial da Bíblia, os concursos bíblicos e as gincanas bíblicas são considerados hoje, por muitos, como atividades obsoletas e destituídas de significado. Lamentavelmente, nunca tivemos uma geração de adventistas tão superficial em seu conhecimento bíblico-doutrinário como a atual.</p>
<p>Restaurando a base bíblica de nossa mensagem &#8211; Como igreja e como indivíduos precisamos indagar a nós mesmos: É esse tipo de adventismo existencialista que realmente queremos para nós hoje? Não nos inquieta mais o grande número de apostasias de pessoas que nunca foram devidamente alicerçadas na mensagem adventista, e que, não muito depois do seu batismo, deixam as nossas fileiras para se unirem a outras denominações? Não nos preocupa o fato de estarmos hoje bem mais perto dos eventos finais do que as gerações anteriores e, ao mesmo tempo, bem mais doutrinariamente vulneráveis do que elas?</p>
<p>Vivemos hoje, como denominação, num dos momentos mais críticos de nossa história, pois nunca nos deparamos com uma avalanche tão grande de criticas externas e internas como as que têm sido disponibilizadas em nossos dias, especialmente através de livros, artigos e sites na Internet. Se no passado as crises da igreja eram sucessivas e cíclicas, hoje elas reaparecem todas ao mesmo tempo, de forma simultânea e bem mais desafiadora. Como nunca dantes, &#8220;todo o vento&#8221; de falsas doutrinas está soprando (Efé. 4:14). Por incrível que pareça, um grupo brasileiro de apologetas fundamentalistas chegou mesmo a preparar e publicar uma Bíblia Apologética (2000), com inúmeras notas de rodapé combatendo a interpretação adventista das Escrituras.9 Será que, com a superficialidade doutrinária de hoje, os membros de nossas igrejas ainda conseguirão enfrentar essa avalanche de criticas sutis e sofisticadas levantadas contra nós?</p>
<p>A atual conjuntura tem levado muitos adventistas a indagar até quando continuaremos ouvindo sermões que não levam praticamente a nada e presenciando batismos de pessoas não comprometidas com a fé que professamos. Creio, pessoalmente, que essa problemática só poderá ser revertida se (1) buscarmos insistentemente o equilíbrio entre o relacionamento com Cristo e o compromisso com as Suas doutrinas; (2) voltarmos a estudar a Bíblia para compreender o seu conteúdo doutrinário (à semelhança de Guilherme Miller); (3) não nos envergonharmos mais de pregar os temas fundamentais da fé adventista; (4) prepararmos devidamente as pessoas para o batismo; (5) voltarmos a memorizar passagens bíblicas como os Dez Mandamentos, as bem-aventuranças, as três mensagens angélicas, etc.; e (6) treinarmos nossos membros através de seminários de aprofundamento bíblico.</p>
<p>Como costumo dizer, o meu interesse não está em Cristo sem as Suas doutrinas, e nem nas doutrinas sem Cristo, mas em Cristo com as Suas doutrinas. Em outras palavras, jamais deveríamos transformar o relacionamento com Cristo num substituto às verdades bíblicas, e nem enaltecer as verdades bíblicas em detrimento do relacionamento com Ele. Estamos nos aproximando rapidamente da maior crise entre a verdade e o erro de todos os tempos, e precisamos desesperadamente de um conhecimento mais profundo da &#8220;verdade como esta é em Jesus.&#8221;10</p>
<p>Deveríamos imitar mais de perto o exemplo deixado por Cristo em Seu relacionamento com a verdade. Ellen White afirma: &#8220;Em Seus ensinos, Cristo não sermonizava, como fazem os ministros atualmente. Sua tarefa era a de edificar sobre a estrutura da verdade. Ele ajuntou as preciosas pedras da verdade, de que o inimigo se havia apossado e colocado na estrutura do erro, recolocando-as na estrutura da verdade, para que todos os que recebessem a palavra fossem por ela enriquecidos.&#8221;11</p>
<p>Considerações finais &#8211; Creio, particularmente, que a superficialidade doutrinária que enfrentamos hoje é uma das mais importantes estratégias satânicas para deixar-nos despreparados para os eventos finais, sem condições de expormos, de forma convincente, a base bíblica de nossas doutrinas. Se a sacudidura virá pela &#8220;introdução de falsas teorias&#8221; doutrinárias12, creio que muitos acabarão deixando a fé adventista por não haverem construído a sua religião sobre o inamovível fundamento da Palavra de Deus (ver Mat. 7:24-27; Isa. 40:8; João 17:17).</p>
<p>O Espírito de Profecia nos adverte:</p>
<p>&#8220;A luz que me foi dada tem acentuado realmente que muitos hão sair de nosso meio, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. O Senhor deseja que toda pessoa que professa crer na verdade tenha um conhecimento inteligente do que seja a verdade. Levantar-se-ão falsos profetas e enganarão a muitos. Será sacudido tudo quanto possa ser sacudido. Não cumpre então a cada um compreender as razões de nossa fé? Em lugar de haver tantos sermões, deve haver mais aprimorado estudo da Palavra de Deus, abrindo as Escrituras texto por texto, e procurando as fortes evidências que apóiam as doutrinas fundamentais que nos trouxeram ao ponto em que nos encontramos hoje, sobre a plataforma da verdade eterna.&#8221;13</p>
<p>Referências:</p>
<p>E. G. White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 206.</p>
<p>Citado por Ellen G. White, Spiritual Gifts (Batlle Creek, Ml: James White, 1860), vol. 2, pág. 117.</p>
<p>O. Corliss, &#8220;The Experiences of Former Days &#8211; Nº 8&#8243;, Advent Review and Sabbath Herald, 15 de setembro de 1904, pág. 9.</p>
<p>Obituário na Revista Adventista, janeiro de 1985, pág. 23.</p>
<p>Obituário na Revista Adventista, setembro de 1980, pág. 21.</p>
<p>Ver Cláudio Belz, &#8220;Uma brasileira em Jerusalém&#8221;, Revista Adventista, novembro de 1958, págs. 26 e 27; D. Peixoto da Silva &#8220;II Concurso lnternacional da Bíblia&#8221;, Revista Adventista, janeiro de 1962, pág. 21; Sérgio Canalieri Fº. &#8220;Adventista vence 3º Concurso Nacional da Bíblia&#8221;, Revista Adventista, janeiro de 1965, págs. 8 e 9; Carlos A. Trezza, &#8220;Os ganhadores de Concursos Bíblicos&#8221;, O Atalaia, março de 1967, pág. 5; E. &amp; E. Köhler, &#8220;Vence outra vez o Povo da Bíblia&#8221;, Revista Adventista, dezembro de 1971, págs. 3 e 4; Chico Bíblia vence concurso nacional&#8221;, Revista Adventista, setembro de 1981, págs 17 e 26.</p>
<p>Ver José Alfredo Torres, &#8220;Concurso Internacional da Bíblia&#8221;, Revista Adventista, janeiro de 1959, págs. 27 e 28; &#8220;Concurso loternacional da Bíblia&#8221;, Revista Adventista, fevereiro de 1962, pág. 31; Richard H. Utt, A Century of Miracles (Mountain View, CA: Pacific Press, 1963), págs. 122-125; Yolanda Anversa da Silva, &#8220;Relembrando Grandes Concursos Bíblicos&#8221;, Revista Adventista, fevereiro de 1971, pág. 18; &#8220;&#8216;Chico Bíblia&#8217; quase venceu&#8221;, Revista Adventista, outubro de 1991, págs. 28 e 29.</p>
<p>Ver E. G. White, Evangelismo, págs. 306-309.</p>
<p>Bíblia Apologética (São Paulo: ICP Editora, 2000).</p>
<p>E. G. White, Testemunhos Para Ministros, pág. 93.</p>
<p>ldem, Evangelismo, pág. 57.</p>
<p>Idem, Testemunhos Para Ministros, pág. 112.</p>
<p>ldem, Evangelismo, págs. 363 e 364.</p>
<p>Alberto R. Timm, Ph.D., é professor de Teologia Histórica na UNASP &#8211; Campus 2, e diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White (Brasil)</p>
<p>Fonte: Revista Adventista, junho de 2001, págs. 14-16.</p>
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		<title>Quem Cumprirá a Profecia?</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[QUEM CUMPRIRÁ A PROFECIA? Profecia de 1901, indica surgimento de influências estranhas na adoração no tempo do fim. Quero hoje apresentar uma profecia que tem sido objeto de minha preocupação nos últimos tempos. Foi feita por Ellen White, em Janeiro de 1901, e entre outras coisas, faz referência ao modo de adorar de um movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/musica_profecia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-583" title="musica_profecia" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/musica_profecia-300x300.jpg" alt="musica_profecia" width="300" height="300" /></a>QUEM CUMPRIRÁ A PROFECIA?</h3>
<p>Profecia de 1901, indica surgimento de influências estranhas na adoração no tempo do fim.</p>
<p>Quero hoje apresentar uma profecia que tem sido objeto de minha preocupação nos últimos tempos. Foi feita por Ellen White, em Janeiro de 1901, e entre outras coisas, faz referência ao modo de adorar de um movimento adventista fanático que apareceu em Indiana (EUA), chamado de &#8220;Carne Santa&#8221;. Seus participantes, achavam que na experiência do Getsêmani, Jesus obtivera uma &#8220;carne santa&#8221;, isto é, como a de Adão antes da queda.</p>
<p>Durante os cultos, buscavam demonstrações físicas, e desenvolviam um alto grau de excitação com o uso de diversos instrumentos musicais (órgãos, flautas, violinos, tamborís, buzinas, e mesmo um grande tambor baixo), em som alto e estridente. Oravam e cantavam até que alguém da congregação caísse do assento, prostrado inconsciente. Vários reuniam-se à sua volta, cantando e orando, e quando esta pessoa voltava a si, era dito que havia obtido a &#8220;carne santa&#8221;, não havendo mais a possibilidade de pecar, e nunca haveria de morrer. Dois pastores, Haskell e A.J. Breed, foram enviados à reunião campal deles em Munice, Indiana, que ocorreu entre os dias 13 a 23 de setembro de 1900, a fim de enfrentar o fanatismo.<br />
<span id="more-283"></span></p>
<p>Ellen G. White soube destes acontecimentos enquanto estava na Austrália, em janeiro de 1900, e, então, recebeu orientação de Deus quanto aos perigos destas práticas. Mas entre outras coisas que o Senhor lhe revelou sobre o assunto, o que mais me impressiona, é a comparação que Deus faz entre o que ocorria dentro do movimento e o que aconteceria no futuro entre o povo de Deus:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, músicas e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto as suas decisões retas. E isto será chamado operação do Espirito Santo&#8221;&#8230; Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pg.36. (Grifo nosso). Um pouco antes, na mesma profecia, Ellen G. White aponta para o tempo em que estas manifestações voltariam a aparecer, afirmando: &#8220;o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça&#8221;. (Grifo nosso).</p></blockquote>
<p>Note bem que nesta profecia, que foi escrita quando Ellen estava na Austrália, no ano de 1901 (mais precisamente no dia 17 de abril), Deus lhe revelou que estas coisas aconteceriam &#8220;imediatamente antes da terminação graça&#8221;. À semelhança do que já ocorrera em Indiana, surgiria algo estranho, envolvendo &#8220;gritos com tambores, música e dança&#8221;. Portanto, temos aí mais um sinal da proximidade da volta de Jesus, e precisamos estar atentos.</p>
<p><strong>Mas qual é a preocupação de Deus com o seu povo?</strong></p>
<p>Em toda a história da humanidade e do povo de Deus, vemos a adoração como estando no centro do conflito entre o bem e o mal. A adoração sempre foi o campo mais cobiçado de Satanás. A questão é: a quem adorar, e como adorar.</p>
<p>Após a queda, junto ao Éden, foi travado o primeiro combate sobre a maneira correta de adorar. Caim com os seus frutos, e Abel com o seu cordeiro. Caim, adorando como a sua mente carnal, orientava; Abel adorando como Deus havia ensinado (Gen. 4:3-8). Ao longo da história do povo de Israel a tentação foi constante, para afastarem-se da forma correta e do verdadeiro objeto de adoração (Deus). Chegaram ao ponto de entregar seus filhos ao deus Moloque como ato de adoração ( Jer. 32:35 e II Re 23:10). Satanás, quando se apresentou a Cristo no deserto, pretendia até entregar o mundo e seus habitantes de volta ao seu Dono, mas sempre à sua maneira, do seu jeito. &#8220;Tudo te darei se prostrado me adorares&#8221;. ( Mt 4:9).</p>
<p>Meu querido companheiro cristão, uma das últimas batalhas que o povo de Deus terá que enfrentar, é a de decidir a quem adorar e como adorar. A adoração será o ponto de conflito entre o bem e o mal, e todos os cristãos, sinceros e falsos, estarão envolvidos neste conflito. Mas precisamos estar atentos, pois o inimigo nunca vem até nós de forma clara, aberta, e já declarando suas intenções. Sempre virá de forma velada, escondida, sem revelar a sua real intenção.</p>
<p>Querendo proteger a Igreja, Deus deixou uma profecia alertando sobre os problemas que enfrentaria bem perto da volta de Jesus. A profecia diz que nos cultos apareceriam &#8220;gritos com tambores, música e dança&#8221;.</p>
<p>Satanás conhece o valor da música, e é por isso que faz tanto esforço para introduzir no culto estes elementos que, ao contrário de adorar ao Deus do céu, adoram a ele, o deus das trevas. Existem hoje músicas que nada mais são do que gritos estridentes, que ferem a muitos que as ouvem. Boa parte das músicas de agora não tem &#8220;tambores&#8221;, mas tem a bateria, que leva alguns ao delírio e outros às lágrimas de tristeza; não tem &#8220;tambores&#8221;, mas tem uma infinidade de instrumentos que são devidamente arranjados pelo inimigo dentro de alguns play-backs (nem todos).</p>
<p>Quando se termina a apresentação de algumas músicas com estas características, muitos não conseguem lembrar de uma frase sequer do texto, pois a ‘gritaria’, o barulho dos instrumentos, e a excitação dos sentimentos acabaram por ocultar a mensagem. O que presenciamos hoje em alguns corais e conjuntos, em minha opinião, é o cumprimento exato desta profecia. Assisti a uma apresentação, por exemplo, onde maestro e coralistas dançavam em pleno &#8220;culto&#8221;.</p>
<p>Minha querida Igreja, a profecia vai ser cumprida, mas ai de quem a cumprir. Jesus disse que os escândalos viriam, mas &#8220;ai&#8221; daqueles por quem vierem (Lu 17:1). Esta forma errada de adoração seria introduzida nos cultos, mas ai daqueles que a introduzissem. Este &#8220;ai&#8221;, foi pronunciado pelo dono da Igreja, Jesus Cristo.</p>
<p>O que me choca é que muitos hoje, não estão querendo enxergar o que de fato estão vendo, e outros, simplesmente não estão percebendo nada, ou melhor, não vêem mal nenhum neste tipo de música. Alguns chegam a dizer que os tempos mudaram, e que os jovens precisam de algo mais alegre. É verdade os tempos mudaram, mas estas mudanças não são, infelizmente, produzidas por Deus (Rom. 12:2). Não estou combatendo a música e o uso devido dos instrumentos na adoração, estou alertando acerca de um problema que aparece cada vez mais em nosso meio. Sinto uma profunda tristeza ao ver que em muitas de nossas reuniões esta profecia já está se cumprindo.</p>
<p>Para alguns grupos musicais o importante é o ‘show’, o espetáculo, e não a adoração a Deus. Para outros, o êxito da apresentação é medido pela reação dos espectadores, sendo sinal de sucesso o balançar das mãos, palmas acompanhando o ritmo, e ao final da música, à semelhança de qualquer banda de rock, a explosão da multidão em gritos e assobios. Estas reações, e eu mesmo já as presenciei, são semelhantes às que se vê nas reportagens de grupos musicais seculares, com a diferença de que pretende-se estar prestando um culto a Deus.</p>
<p>Note o que ainda diz Ellen White sobre este assunto: &#8220;O Espirito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e da multidão de sons como me foram apresentados em janeiro último [referindo-se à música do movimento da "Carne Santa"]. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente&#8221;. Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág. 37.</p>
<p>Meu querido, é este o tipo de culto que vai levar alguém a aproximar-se de Deus? Ele mesmo já declarou que o Espírito Santo não tem nada a ver com tal confusão. É Satanás quem está ali, podendo usar até boas pessoas para que o verdadeiro culto não aconteça. Veja o terrível risco que se corre ao brincar com estas coisas: &#8220;Esses [em Indiana], foram arrastados por um engano espírita&#8221;, afirmou a Ellen G. White, referindo-se ao episódio. (Evangelismo, pág. 595).</p>
<p>Até quando ficaremos covardemente calados diante do que está acontecendo em nosso meio? Quem vai se levantar e, com amor, ensinar a estes bons irmãos sobre qual é a vontade da Deus acerca deste assunto? Até quando seremos alimentados com músicas que não nos aproximam de Deus, mas nos ferem?</p>
<p>Eu suplico ao meu Deus que abra os nossos olhos para que vejamos o perigo que está nos rondando e o engano que Satanás está tentando introduzir em nosso meio, de forma sutil, lenta e gradual, muitas vezes. A profecia diz que haveriam muitos gritos, música e dança, mas a pergunta que cada filho de Deus precisa fazer é: serei eu o cumpridor desta profecia? Note o alerta feito por Deus: &#8220;Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida&#8221;. Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38. (Grifo nosso). A profecia, feita a mais de cem anos, é mais um indício de que estamos vivendo no fim da história deste mundo. A profecia esta aí, mas quem a cumprirá?</p>
<p>Eu espero que nenhum de nós seja o cumpridor desta triste profecia, mas que as nossas músicas nos cultos, tenham um único objetivo, que é o de exaltar ao nosso Criador; que todos os que receberam de Deus o dom de cantar, usem-no somente para engrandecer ao Doador da voz e ao Criador da música; que Ele seja o único a ser louvado com as músicas apresentadas, e que os espectadores possam ao término da cada música, estar mais perto de Jesus; que a boa musica prevaleça em todas as nossas reuniões campais, congressos e camporis. Onde Deus for adorado, que ali tenhamos sempre o melhor, para o Melhor: Deus.</p>
<p>Pastor Élbio Menezes<br />
Presidente da Associação Catarinense</p>
<p>Fonte: http://www.ac.org.br</p>
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		<title>A Igreja de Laodicéia</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:26:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Igreja de Laodicéia]]></category>

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		<description><![CDATA[A mensagem à igreja de Laodicéia é uma impressionante acusação, e é aplicável ao povo de Deus no tempo presente. &#8220;E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/igreja_laodiceia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-330" title="igreja_laodiceia" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/igreja_laodiceia-300x205.jpg" alt="igreja_laodiceia" width="300" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A mensagem à igreja de Laodicéia é uma impressionante acusação, e é aplicável ao povo de Deus no tempo presente.</p>
<p>&#8220;E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente: oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da Minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.&#8221; Apoc. 3:14-17.</p>
<p>O Senhor nos mostra aqui que a mensagem a ser apresentada a Seu povo pelos pastores a quem Ele chamou para adverti-lo, não é uma mensagem de paz e segurança. Não é meramente teórica, mas prática em todo particular. O povo de Deus é representado na mensagem aos laodiceanos como em uma posição de segurança carnal. Sentem-se bem, pois se imaginam em exaltada condição de realizações espirituais. &#8220;Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.&#8221; Apoc. 3:17</p>
<p><span id="more-281"></span></p>
<p>Que maior engano pode sobrevir à mente humana que a confiança de estar correto, quando se está totalmente errado! A mensagem da Testemunha Verdadeira encontra o povo de Deus em triste engano, todavia sincero nesse engano. Eles não sabem que sua condição é deplorável à vista de Deus. Enquanto aqueles que são abordados se lisonjeiam de achar-se em exaltada condição espiritual, a mensagem da Testemunha Verdadeira destrói sua segurança com a surpreendente denúncia de seu verdadeiro estado espiritual de cegueira, pobreza e miséria. Esse testemunho tão incisivo e severo não pode ser um engano, pois é a Testemunha Verdadeira quem fala, e Seu Testemunho tem de ser correto.</p>
<p>Difícil é aos que se acham seguros em suas realizações, e que se acreditam ricos em conhecimento espiritual, receber a mensagem que declara acharem-se enganados e necessitados de todas as graças espirituais. O coração não santificado é &#8220;enganoso&#8230; mais do que todas as coisas, e perverso&#8221;. Jer. 17:9. Vi que muitos se estão lisonjeando de ser bons cristãos, os quais não têm um raio de luz de Cristo. Não têm por si mesmos uma viva experiência na vida religiosa. Necessitam de profunda e completa obra de humilhação de si mesmos diante de Deus, antes de experimentarem sua verdadeira necessidade de diligente, perseverante esforço para obter as preciosas graças do Espírito.</p>
<p>Deus guia Seu povo passo a passo avante. A vida cristã é uma contínua batalha, marcha contínua. Não há descanso dessa luta. É por meio de constante, incessante esforço, que mantemos a vitória sobre as tentações de Satanás. Estamos, como um povo, triunfando na clareza e força da verdade. Somos plenamente sustidos em nossos pontos de fé por avassaladora quantidade de claros testemunhos escriturísticos. Carecemos muito, porém, da humildade, paciência, fé, amor e abnegação, vigilância e espírito de sacrifício bíblicos. Precisamos cultivar a santidade da Bíblia. O pecado domina entre o povo de Deus. A positiva mensagem de repreensão aos laodiceanos não é acatada. Muitos se apegam a suas dúvidas e a seus pecados acariciados, enquanto se encontram em tão grande engano que dizem e sentem que não necessitam de nada. Pensam que não é necessário o testemunho do Espírito de Deus em reprovação, ou que não se refere a eles. Esses estão na maior necessidade da graça de Deus e de discernimento espiritual, para que descubram sua deficiência no conhecimento das coisas do espírito. Faltam-lhes quase todos os requisitos necessários ao aperfeiçoamento do caráter cristão. Não têm um conhecimento prático da verdade bíblica, que leva à humildade de vida, e à conformidade de seu querer com a vontade de Cristo. Não estão vivendo em obediência a todos os reclamos divinos.</p>
<p>Não basta meramente professar a verdade. Todos os soldados da cruz de Cristo obrigam-se virtualmente a entrar na cruzada contra o adversário das almas, para condenar o erro e sustentar a justiça. A mensagem da Testemunha Verdadeira, porém, revela que terrível engano pesa sobre nosso povo, o que torna necessário dirigir-lhe advertências, para pôr fim à indiferença espiritual e despertá-lo para uma ação decidida.</p>
<p>Em minha última visão, vi que mesmo esta decidida mensagem da Testemunha Verdadeira não cumpriu o desígnio de Deus. O povo continua a modorrar em seus pecados. Continuam a se dizer ricos, e que não necessitam de nada. Muitos indagam: Por que são feitas tantas reprovações? Por que nos acusam continuamente os Testemunhos de desvios da fé e de ofensivos pecados? Nós amamos a verdade; estamos prosperando; não temos necessidade desses testemunhos de advertência e reprovação. Examinem, porém, esses queixosos o próprio coração, e comparem sua vida com os ensinos práticos da Bíblia, humilhem a alma diante de Deus, deixem que a graça divina lhes ilumine as trevas, e as escamas lhes cairão dos olhos, e compreenderão sua verdadeira pobreza e miséria espiritual. Sentirão a necessidade de comprar ouro, que é a fé e o amor puros; vestidos brancos, que é um caráter imaculado, purificado pelo sangue de seu querido Redentor; e colírio, a graça de Deus, a qual lhes dará claro discernimento das coisas espirituais, e indicará o pecado. Essas realizações são mais preciosas que o ouro de Ofir.</p>
<p>A Causa da Cegueira Espiritual</p>
<p>Foi-me mostrado que a maior causa de o povo de Deus se achar agora nesse estado de cegueira espiritual, é o não receberem a correção. Muitos têm desprezado as reprovações e advertências que lhes foram feitas. A Testemunha Verdadeira condena o estado morno do povo de Deus, o qual dá a Satanás grande poder sobre eles, neste tempo de espera e vigilância. Os egoístas, os orgulhosos, e os amantes do pecado são sempre assaltados por dúvidas. Satanás tem habilidade em sugerir dúvidas e inventar objeções ao testemunho que Deus envia, e muitos consideram uma virtude e indício de inteligência, o mostrar-se incrédulo, questionar e contrafazer. Os que querem duvidar têm suficiente oportunidade para isso. Deus não Se propõe fazer desaparecer toda ocasião para a incredulidade. Apresenta evidências que precisam ser cuidadosamente investigadas, com espírito humilde e susceptível ao ensino; e todos devem julgar pela força dessas mesmas evidências.</p>
<p>A vida eterna é de infinito valor, e custar-nos-á tudo quanto possuímos. Foi-me mostrado que não damos o devido valor às coisas eternas. Tudo quanto vale a pena possuir-se, mesmo neste mundo, tem de ser conseguido com esforço, com os mais penosos sacrifícios às vezes. E tudo isto simplesmente para obter um tesouro perecível. Seremos menos voluntários para resistir às lutas e fadigas, para fazer diligentes esforços e grandes sacrifícios a fim de alcançar um tesouro de imenso valor, uma vida que se prolongará como a do Infinito? Custar-nos-á o Céu demasiado?</p>
<p>A fé e o amor são áureos tesouros, elementos grandemente escassos entre o povo de Deus. Foi-me mostrado que a incredulidade nos testemunhos de advertência, animação e reprovação, está afugentando a luz do povo de Deus. A incredulidade fecha-lhes os olhos, de modo que se acham ignorantes de sua verdadeira condição. A Testemunha Verdadeira assim descreve a cegueira deles: &#8220;E não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.&#8221; Apoc. 3:17.</p>
<p>Está-se desvanecendo a fé na próxima vinda de Cristo. &#8220;Meu Senhor tarde virá&#8221;, não se diz apenas no coração, mas exprime-se também em palavras e ainda mais decididamente nas obras. A insensatez, neste tempo de espera, está embotando os sentidos do povo de Deus quanto aos sinais dos tempos. A terrível iniqüidade que predomina requer a máxima diligência e o testemunho vivo, a fim de manter o pecado excluído da igreja. A fé tem estado a decrescer assustadoramente, e só mediante o exercício pode ela aumentar.</p>
<p>No surgimento da terceira mensagem angélica, os que se empenhavam na obra de Deus tinham alguma coisa a arriscar; tinham sacrifícios a fazer. Começaram esta obra em pobreza, e sofreram as maiores privações e dificuldades. Enfrentaram decidida oposição, o que os impelia para Deus em sua necessidade, e mantinham viva sua fé. Nosso plano atual de doação sistemática, mantém amplamente nossos pastores e não há falta, nem necessidade do exercício da fé quanto à manutenção. Os que hoje iniciam a pregação da verdade nada têm a pôr em perigo. Não correm riscos, não têm sacrifícios especiais a fazer. O sistema da verdade acha-se pronto ao seu dispor, e as publicações lhes são fornecidas para vindicação das verdades que promovem.</p>
<p>Alguns rapazes começam sem ter um senso real do exaltado caráter da obra. Não têm de enfrentar privações, dificuldades ou renhidos conflitos, que exigiriam o exercício da fé. Não cultivam a abnegação, nem nutrem o espírito de sacrifício. Alguns se estão tornando orgulhosos e envaidecidos e não sentem real preocupação pela obra que pesa sobre eles. A Testemunha Verdadeira fala a esses ministros: &#8220;Sê pois zeloso e arrepende-te.&#8221; Apoc. 3:19. Alguns deles acham-se tão exaltados pelo orgulho, que são positivo estorvo e maldição à preciosa causa de Deus. Não exercem sobre os outros uma influência salvadora. Esses homens precisam converter-se cabalmente a Deus, eles próprios, e ser santificados pelas verdades que apresentam aos outros.<br />
Incisivos Testemunhos na Igreja</p>
<p>Muitos se sentem impacientes e suspeitosos por serem freqüentemente perturbados com advertências e reprovações que lhes mantêm sempre diante dos olhos os próprios pecados. Diz a Testemunha Verdadeira: &#8220;Eu sei as tuas obras.&#8221; Apoc. 3:15. Os motivos, os desígnios, a incredulidade, as suspeitas e ciúmes podem ser ocultos dos homens, mas não de Cristo. A Testemunha Verdadeira vem como conselheiro: &#8220;Aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no Meu trono; assim como Eu venci, e Me assentei com Meu Pai no Seu trono.&#8221; Apoc. 3:18-21.</p>
<p>Os que são repreendidos pelo Espírito de Deus não devem insurgir-se contra o humilde instrumento. É Deus, e não um falível mortal, que falou para salvá-los da ruína. Os que desprezam a advertência serão deixados na cegueira, para se iludirem a si mesmos. Mas os que lhe dão ouvidos, empenhando-se zelosamente na obra de afastar de si os seus pecados, a fim de terem as graças necessárias, abrirão a porta do coração para que o querido Salvador entre e com eles habite. Essa classe de pessoas, sempre a encontrareis em harmonia perfeita com o testemunho do Espírito de Deus.</p>
<p>Os pastores que pregam a verdade presente não devem negligenciar a solene mensagem dirigida aos laodiceanos. O testemunho da Testemunha Verdadeira não é uma suave mensagem. O Senhor não lhes diz: Estás mais ou menos bem; tens sofrido castigos e reprovações que nunca mereceste; tens ficado desnecessariamente desanimado pela severidade; não és culpado das injustiças e pecados por que tens sido reprovado.</p>
<p>A Testemunha Verdadeira declara que, quando vos julgais numa situação realmente boa de prosperidade, necessitais de tudo. Não basta aos pastores apresentarem assuntos teóricos; cumpre-lhes apresentar também os que são práticos. Precisam estudar as lições práticas dadas por Cristo aos discípulos, e fazer íntima aplicação das mesmas a sua própria alma e ao povo. Por Cristo dar este testemunho de reprovação, havemos de supor que Ele seja destituído de terno amor para com Seu povo? Oh, não! Aquele que morreu para redimir o homem da morte, ama com um amor divino, e àqueles a quem ama, repreende. &#8220;Eu repreendo e castigo a todos quantos amo.&#8221; Apoc. 3:19. Muitos, porém, não receberão a mensagem que, em misericórdia, o Céu lhes envia. Não podem suportar que lhes seja apresentada sua negligência do dever, seus erros, seu egoísmo, orgulho e amor do mundo.<br />
Perigos dos Últimos Dias</p>
<p>Vivemos num importante, soleníssimo tempo da história terrestre. Achamo-nos entre os perigos dos últimos dias. Importantes e tremendos acontecimentos se acham diante de nós. Quão necessário é que todos os que temem a Deus e amam Sua lei, se humilhem diante dEle, e se aflijam e pranteiem, e confessem os pecados que têm separado Deus de Seu povo! O que deve suscitar o maior alarme, é que não sentimos nem compreendemos nossa condição, nosso baixo estado, e satisfazemo-nos de permanecer como estamos. Devemos refugiar-nos na Palavra de Deus e na oração, buscando individual e fervorosamente ao Senhor, para que O possamos achar. Cumpre-nos fazer disto nossa primeira ocupação. Testimonies, vol. 3, pág. 53, 1872.</p>
<p>Ellen G. White &#8211; Testemunhos Seletos, Vol. I, Págs. 327 a 333</p>
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		<title>Como Entraremos no Céu</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:15:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Erguer-se em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, lutar pela batalha do Senhor quando os campeões são poucos – este será nosso teste”.  Testemonies, vol. 5 pág. 136. “Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/entrada_ceu.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-359" title="entrada_ceu" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/entrada_ceu.jpg" alt="entrada_ceu" width="291" height="218" /></a>“Erguer-se em defesa da verdade e justiça quando a maioria nos abandona, lutar pela batalha do Senhor quando os campeões são poucos – este será nosso teste”.  <em><strong>Testemonies, vol. 5 pág. 136.</strong></em></p>
<p>“Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal. Enquanto o juízo de investigação prosseguir no Céu, enquanto os pecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos do santuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou de afastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra”. <em><strong>O</strong><strong> Grande Conflito, p. 424.</strong></em></p>
<p><em><strong><span id="more-279"></span></strong></em></p>
<p>“Estamos nos preparando para encontrar Aquele que, acompanhado por uma comitiva de santos anjos, está prestes a aparecer nas nuvens do céu para dar ao fiel e justo o toque final da imortalidade. Quando Ele vier <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>não</strong></em></span> irá nos limpar de nossos pecados, remover de nós os defeitos de caráter, ou curar-nos de nossas enfermidades de temperamento e disposição. Se esta obra for realizada por nós, será totalmente completada antes daquele tempo. Quando o Senhor vier, aqueles que são santos, serão santificados ainda.” (Ver Apocalipse 22:10-11) <em><strong>Testemonies, vol. 1, p. 245 (grifo acrescentado).</strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em><br />
“Não te enganes. Deus não se deixa escarnecer. Nada senão a santidade te preparará para o céu. &#8230; O caráter celestial deve ser adquirido na Terra, ou jamais poderá ser adquirido”. <em><strong>Testemunhos Seletos, vol. 1 p. 245.<br />
</strong></em></p>
<p>“Ninguém diga: Não posso remediar meus defeitos de caráter. Se chegares a esta decisão, certamente deixareis de alcançar a vida eterna”.<br />
“Ninguém, pois, considere incuráveis os seus defeitos. Deus dará fé e graça para vence-los”. <em><strong>Parábolas de Jesus, p. 331.<br />
</strong></em></p>
<p>“Talvez digam alguns que esperar o favor de Deus por meio de nossas obras é exaltar os próprios méritos. Certamente não podemos comprar uma vitória sequer com nossas boas obras; todavia nos é impossível ser vitoriosos sem elas. &#8230;” <em><strong>Testemunhos Seletos, vol. 1 p. 478.<br />
</strong></em></p>
<p><em><strong><br />
</strong></em></p>
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		<title>Falsos Profetas</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 03:14:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Ensinadores de Mentira.]]></category>
		<category><![CDATA[Falsos profetas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas.&#8221; Mat. 7:15. Ensinadores da mentira surgirão a fim de desviar-vos do caminho apertado e da porta estreita. Acautelai-vos com eles; conquanto ocultos em peles de ovelhas, são interiormente lobos devoradores. Jesus dá uma prova pela qual os falsos mestres se podem distinguir dos verdadeiros. &#8220;Por seus frutos os conhecereis&#8221;, diz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/falsos_profetas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-323" title="falsos_profetas" src="http://www.grandeconflito.com/wp-content/uploads/falsos_profetas.jpg" alt="falsos_profetas" width="360" height="246" /></a></p>
<h3 style="text-align: center;">&#8220;Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas.&#8221; Mat. 7:15.</h3>
<p>Ensinadores da mentira surgirão a fim de desviar-vos do caminho apertado e da porta estreita. Acautelai-vos com eles; conquanto ocultos em peles de ovelhas, são interiormente lobos devoradores. Jesus dá uma prova pela qual os falsos mestres se podem distinguir dos verdadeiros. &#8220;Por seus frutos os conhecereis&#8221;, diz Ele. &#8220;Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?&#8221; Mat. 7:16.</p>
<p><span id="more-277"></span></p>
<p>Não nos é recomendado que os provemos por seus belos discursos e exaltadas profissões de fé. Devem ser julgados pela Palavra de Deus. À &#8220;Lei, e ao Testemunho: se eles não falarem segundo esta Palavra, é porque não têm iluminação&#8221;. Isa. 8:20, Trad. Trinitariana. &#8220;Filho meu, se deixas de ouvir a instrução, desviar-te-ás das palavras do conhecimento.&#8221; Prov. 19:27. Que mensagem trazem esses mestres? Acaso ela vos induz a reverenciar e temer a Deus? A manifestar vosso amor para com Ele mediante a lealdade a Seus mandamentos? Se os homens não sentem o peso da lei moral; se menosprezam os preceitos de Deus; se transgridem um dos mais pequenos de Seus mandamentos, e assim ensinam aos homens, não serão de nenhum valor aos olhos do Céu. Podemos saber que suas pretensões não têm fundamento. Estão fazendo justamente a obra que se originou com o príncipe das trevas, o inimigo de Deus.</p>
<p>Nem todos quantos professam Seu nome e Lhe usam a insígnia são de Cristo. Muitos que ensinaram em Meu nome, disse Jesus, serão afinal achados em falta. &#8220;Muitos Me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E, em Teu nome, não expulsamos demônios? E, em Teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi Pág. 146 abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniqüidade.&#8221; Mat. 7:22 e 23.</p>
<p>Pessoas há que acreditam estar direito, quando estão erradas. Ao passo que pretendem ter a Cristo por Seu Senhor, e professam fazer grandes obras em Seu nome, são obreiras da iniqüidade. &#8220;Lisonjeiam com a sua boca, mas o seu coração segue a sua avareza.&#8221; Ezeq. 33:31. A Palavra de Deus é para eles &#8220;como uma canção de amores, canção de quem tem voz suave e que bem tange; porque ouvem as Tuas palavras, mas não as põem por obra&#8221;. Ezeq. 33:32.</p>
<p>Uma mera profissão de discipulado, não tem nenhum valor. A fé em Cristo que salva a alma, não é o que muitos a representam ser. &#8220;Crede, crede&#8221;, dizem eles, &#8220;e não necessitais guardar a lei.&#8221; Mas uma crença que não leva à obediência, é presunção. Diz o apóstolo João: &#8220;Aquele que diz: Eu conheço-O e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.&#8221; I João 2:4. Que ninguém nutra a idéia de que providências especiais ou manifestações miraculosas devam ser a prova da genuinidade de sua obra ou das idéias que advogam. Quando as pessoas falam levianamente da Palavra de Deus, e colocam suas impressões, sentimentos e exercícios religiosos acima da norma divina, podemos saber que elas não têm luz.</p>
<p>A obediência é a prova do discipulado. É a observância dos mandamentos que prova a sinceridade de nossas profissões de amor. Quando a doutrina que aceitamos mata no coração o pecado, purifica a alma da contaminação, dá frutos para a santidade, podemos saber que é a verdade de Deus. Quando se manifestam na vida a beneficência, a bondade, a brandura de Pág. 147 coração, o espírito compassivo; quando a alegria de fazer o bem nos enche o coração; quando exaltamos a Cristo e não ao próprio eu, podemos saber que nossa fé é da devida espécie. &#8220;E nisto sabemos que O conhecemos: se guardarmos os Seus mandamentos.&#8221; I João 2:3.</p>
<p>Ellen G. White &#8211; O Maior Discurso de Cristo pág. 145, 146 e 147.</p>
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