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1.
A MÚSICA DO CÔRO CELESTIAL a. TEXTO BÍBLICO: Ezequiel 28:12-17 12
Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e
dize-lhe: Assim diz o Senhor DEUS: Tu eras o sinete da perfeição,
cheio de sabedoria e perfeito em formosura. 13
Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua
cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe,
safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros;
no dia em que foste criado foram preparados.
14 Tu eras o querubim, ungido
para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de
Deus estavas,
no meio
das pedras
afogueadas andavas. 15
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até
que se achou iniqüidade em ti. 16 Na multiplicação do teu comércio encheram o teu
interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do
monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das
pedras afogueadas. 17
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua
sabedoria por causa do teu resplendor; por
terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. b. TEXTO
ESPÍRITO PROFÉTICO: Patriarcas e Profetas Cap. 01 “Por que Foi
Permitido o Pecado?” págs.
36-37 O Rei do Universo convocou os exércitos celestiais perante
Ele, para, em sua presença, apresentar a verdadeira posição de Seu
Filho, e mostrar a relação que Este mantinha para com todos os seres
criados. O
Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno,
existente por Si mesmo, rodeava a ambos. Em redor do trono reuniam-se os
santos anjos, em uma multidão vasta, inumerável - "milhões de
milhões, e milhares de milhares" (Apocalipse 5:11), estando
os mais exaltados anjos, como ministros e súditos, a regozijar-se na
luz que, da presença da Divindade, caía sobre eles. Perante os
habitantes do Céu, reunidos, o Rei declarou que ninguém, a não
ser Cristo, o Unigênito de Deus, poderia penetrar inteiramente em Seus
propósitos, e a Ele foi confiado executar os poderosos conselhos de Sua
vontade. O Filho de Deus executara a vontade do Pai na criação de todos
os exércitos do Céu; e a Ele, bem como a Deus, eram devidas as
homenagens e fidelidade daqueles. Cristo ia ainda exercer o poder divino
na criação da Terra e de seus habitantes. Em tudo isto, porém, não
procuraria poder ou exaltação para Si mesmo, contrários ao plano de
Deus, mas exaltaria a glória do Pai, e executaria Seus propósitos de
beneficência e amor.Os anjos alegremente reconheceram a supremacia de
Cristo, e, prostrando-se diante dEle, extravasaram seu amor e adoração.
Lúcifer curvou-se com eles; mas em seu coração havia um
conflito estranho, violento. A verdade, a justiça e a lealdade estavam
a lutar contra a inveja e o ciúme. A influência dos santos anjos
pareceu por algum tempo levá-lo com eles. Ao ascenderem os cânticos de
louvores, em melodiosos acordes, avolumados por milhares de alegres
vozes, o espírito do mal pareceu subjugado; indizível amor fazia
fremir todo o seu ser; em concerto com os adoradores destituídos de
pecado, expandia-se-lhe a alma em amor para com o Pai e o Filho. De novo, porém, achou-se repleto de orgulho por sua própria
glória. Voltou-lhe o desejo de supremacia, e uma vez mais condescendeu
com a inveja de Cristo. As
altas honras conferidas a Lúcifer não eram apreciadas como um dom
especial de Deus, e, portanto, não provocavam gratidão para com o seu
Criador. Ele se gloriava em seu brilho e exaltação, e aspirava ser
igual a Deus. ... c. MÚSICA: “Glória” de Antônio Vivaldi
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