|
34.
OS ADVENTISTAS TOMAM UMA DECISÃO EM 1972 NA CONFERÊNCIA GERAL ( Concílio
Outonal) TEXTO
DO VOTO DE PRINCÍPIOS SOBRE A FILOSOFIA ADVENTISTA DE MÚSICA NORMAS
QUANTO A MÚSICA
VOTADO
que se adotem os seguintes princípios para uma Filosofia Adventista de
Música na Igreja Adventista do Sétimo Dia. A
Igreja Adventista do Sétimo Dia veio à existência em cumprimento da
profecia para ser instrumento de Deus na proclamação mundial das boas
novas de salvação mediante a fé no sacrifício expiatório do Filho
de Deus, e pela obediência aos Seus mandamentos no preparo para a volta
do Senhor. A vida dos que aceitam esta responsabilidade deve ser tão
característica e distinta como a mensagem que proclamam. Isto exige
total entrega de cada membro aos ideais e objetivos da Igreja. Esta
entrega relacionar-se-á com todas as esferas da vida eclesiástica, e
certamente influenciará a música usada pela igreja no cumprimento de
sua missão dada por Deus. A
música é um dos grandes dons que Deus concedeu ao homem, e um dos
elementos mais importantes num programa espiritual. É uma avenida de
comunicação com Deus e "é um dos meios mais eficazes para
impressionar o coração com as verdades espirituais" (Educação
pág. 167). Relacionando-se, como o faz, com assuntos de conseqüência
eterna, é essencial que o extraordinário poder da música deva ser
considerado com clareza. Ela tem poder de exaltar ou corromper. Pode ser
usada para o serviço do bem ou do mal. "Tem poder para
subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos
e despertar simpatia, para promover a harmonia de ação e banir a
tristeza e os maus pressentimentos, os quais destroem o ânimo e
debilitam o esforço" Ibidem. Aqueles,
pois, que escolhem a música para fins definidos em sua igreja, devem
exercer um alto grau de discernimento na escolha e no uso das músicas.
No esforço de atingir o ideal, necessita-se mais do que sabedoria
humana. Recorrendo de novo à revelação como guia, nela encontramos os
seguintes princípios gerais: A
Música deve: 1. Trazer
glória a Deus e ajudar-nos em adoração aceitável a Ele. "...
ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de
Deus." I
Corintios 10:31 2. Enobrecer,
elevar e purificar os pensamentos do cristão. "Finalmente,
irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o
que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é
de boa fama; se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o
que ocupe o vosso pensamento."
– Filipenses 4:8 "Fazia-se
com que a música servisse a um santo propósito, a fim de erguer os
pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na alma
devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o antigo
costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada!
Quantos empregam este dom para exaltar o eu,
em vez de usa-lo para glorificar a Deus." – Patriarcas e
Profetas, pág. 637. 3. Influenciar
efetivamente o cristão no desenvolvimento do caráter de Cristo
em sua vida e na dos outros. (Manuscrito 57, de 1906) 4. Conter
letra que esteja em harmonia com os ensinos escriturísticos da Igreja. "O
canto é um dos meios mais eficazes para gravar a verdade espiritual no
coração. Muitas vezes se têm descerrado pelas palavras do canto
sagrado, as fontes do arrependimento e da fé."
– Evangelismo, pág. 500 5. Revelar
uma compatibilidade entre a mensagem transmitida por palavras e a música,
evitando-se mistura do sagrado com o profano. 6. Fugir
de exibições teatrais e com ostentação. "Nenhum
jota ou til de qualquer coisa teatral deve aparecer em nossa obra. A
causa de Deus deve ter molde sagrado e celestial. Não permitais que
haja qualquer coisa de natureza teatral, pois isto prejudicaria a
santidade da obra." – Evangelismo,
págs. 137 e 138; Review and
Herald – 30 de novembro de 1900. 7. Dar
primazia à mensagem da letra, que não deve ser sobrepujada pelos
instrumentos musicais que acompanham. "Como
pode o coração (dos cantores do mundo) achar-se em harmonia com
as palavras do hino sacro? (...) não é o cantar forte que é necessário,
mas a entonação clara, a pronúncia correta e a perfeita enunciação.
(...) Seja o canto acompanhado por instrumentos de música habilmente
tocados." – Obreiros Evangélicos, págs. 357 e 358 8. Manter
ponderado equilíbrio dos elementos emocional, intelectual e espiritual. "Exibição
não é religião nem santificação. Coisa alguma há mais ofensiva aos
olhos de Deus , do que uma exibição de música instrumental, quando os
que nela tomam parte não são consagrados, não fazendo em seu coração
melodia para o Senhor. (...) Não temos tempo agora para gastar na busca
de coisas que agradam unicamente os sentidos. É preciso íntimo
esquadrinhar do coração."
– Evangelismo, pág. 510. 9. Jamais
comprometer elevados princípios de dignidade e superioridade em esforços
rasteiros para alcançar as pessoas descendo até onde elas estão. "Quando
os seres humanos cantam com o espírito e o entendimento, os músicos
celestiais apanham a harmonia, e unem-se ao cântico de ações de graças."
– Obreiros Evangélicos, pág. 357. "Há
pessoas que estão prontas para fazer uso de qualquer coisa estranha,
que possam apresentar como surpresa ao povo. (...) Nunca devemos
rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversões, mas precisamos
elevar o pecador corrupto à alta norma da lei de Deus."
– Evangelismo, pág. 137. 10. Ser
apropriada para a ocasião, para o ambiente e para o auditório que se
destina. "Os
que fazem do cântico uma parte do culto divino, devem escolher hinos
com música apropriada para a ocasião; não notas de funeral, porém
melodias alegres e, todavia, solenes."
– Evangelismo, pág. 508. Há
muito de espiritualmente enlevante e religiosamente válido na música
dos vários grupos culturais e étnicos. Entretanto, os gostos e práticas
musicais de todos devem conformar-se ao valor universal do caráter
semelhante ao de Cristo, e todos devem lutar pela unidade no espírito e
propósito do evangelho, que exige mais unidade do que uniformidade.
Deve-se tomar cuidado em evitar os valores mundanos da música, os que
deixam de expressar os altos ideais da fé cristã. Os
princípios acima servirão de orientação eficaz na escolha e uso da música
nas necessidades várias da igreja. Certas formas de música como o
jazz, o rock e outras formas híbridas semelhantes, são consideradas
pela Igreja como incompatíveis com estes princípios. Pessoas responsáveis
envolvidas nas atividades musicais da igreja, quer como dirigentes ou
executantes, não encontrarão dificuldades na aplicação desses princípios
em algumas áreas. Há outras áreas muito mais complexas, daí
apresentarmos uma análise mais pormenorizada dos fatores envolvidos. I
– MÚSICA NA IGREJA Música
no culto de Adoração A
adoração deve ser a atividade eterna e primordial da humanidade. O
mais elevado fim do homem é glorificar a Deus. Ao vir o adorador à
casa de Deus para oferecer um sacrifício de louvor, que o faça com a
melhor música possível. O cuidadoso planejamento de cada parte musical
é essencial, de modo que a congregação seja levada a participar e não
ser uma mera espectadora. Os
hinos cantados neste culto devem ser dirigidos a Deus, realçando o
louvor, e devem ser utilizados os grandes hinos de nossa herança como
Igreja. Devem conter melodias vigorosas, fáceis de serem cantadas, com
letra de valor poético. O pastor deve ter vivo interesse na melhoria da
qualidade e fervor do canto congregacional. "Raras vezes deve o
cântico ser entoado por uns poucos." – Conselhos Sobre Saúde,
pág. 481. A experiência cristã será imensamente enriquecida
com a aprendizagem de novos hinos. Onde
houver um coral, hinos escolhidos dos melhores compositores do passado e
do presente, entoados por cantores e músicos dedicados e bem
preparados, darão muito realce ao culto, ajudando a elevar a qualidade
da adoração. Música
instrumental, incluindo órgão e piano, devem estar em harmonia com os
sublimes ideais da adoração, e devem ser escolhidas entre as melhores,
e bem de acordo com a capacidade e adestramento do executante. O
instrumentista responsável pelo acompanhamento do canto congregacional
tem grande e especial responsabilidade em sua participação, seja em
prelúdios ou poslúdios, ofertório ou interlúdios para certas partes
do culto, ou acompanhamento de hinos. Ele se acha numa posição ideal
para elevar o nível da música no culto em sua igreja.Se no culto há
solos vocais ou música especial, deve-se dar preferência aos que se
relacionam com textos bíblicos, e a música deve estar bem de acordo
com o alcance de voz do cantor e sua capacidade, e ser apresentada ao
Senhor sem exibição de virtuosidade vocal. A comunicação da verdade
deve ser o objetivo supremo. Música
no Evangelismo A
música empregada no evangelismo pode também incluir a música evangélica,
a música de testemunho, porém sem comprometer os altos princípios de
dignidade e excelência característicos de nossa mensagem que é
preparar o povo para a segunda vinda de Cristo. A
música escolhida deve: 1. Dirigir
o ouvinte para Jesus como o Caminho, a Verdade e a Vida. 2. Preparar
o caminho para a apresentação da Mensagem da Palavra de Deus, mantendo
seu apelo, suscitando uma resposta dos ouvintes. 3. Ser
executada e cantada por pessoas cuja vida seja coerente com a mensagem
que apresentam. 4. Ser
um veículo da profunda impressão da verdade bíblica que inspirará
uma positiva transformação na vida. 5. Ser
apresentada de maneira cuidadosamente planejada e ordenada. 6. Ser
simples e melódica, apresentada sem o realce da exibição pessoal. 7. Dar
primazia à pregação da Palavra, tanto no vigor da apresentação
quanto na distribuição do tempo destinado ao cântico. 8. Manter
um apelo equilibrado à natureza emocional e intelectual, e não apenas
encantar os sentidos. 9. Ser
compreensível e significativa, no conteúdo e no estilo, para a maior
parte do grupo típico do auditório. Música
no Evangelismo de Jovens No
campo do testemunho da juventude, tem aplicação a maioria das sugestões
acima. Há, porém, considerações que se devem fazer a certos aspectos
que são peculiares a esta área. Os
jovens tendem a identificar-se intimamente com a musica jovem contemporânea.
O
desejo de alcançar a juventude com o evangelho de Cristo onde ela se
encontra, leva, às vezes ao emprego de estilos musicais questionáveis.
Em todos estes estilos, o elemento que traz maiores problemas é o
ritmo, ou 'batida'. De
todos os elementos musicais é o ritmo que provoca a mais forte reação
física. Os maiores êxitos de Satanás são freqüentemente obtidos
pelo seu apelo à natureza física. Demonstrando atilado conhecimento
dos perigos que há neste apelo à juventude, Ellen G. White afirmou: "Eles
têm um ouvido aguçado para a música e Satanás sabe qual órgão
excitar, incitar, absorver e fascina a mente de modo que Cristo não
seja desejado. Desvanecem-se os anseios espirituais da alma por
conhecimento divino, por crescimento em graça." – Testimonies
to the Church,
Vol. 1, pág. 497. Esta é uma forte indicação da maneira pela qual a
música pode ser usada em direta oposição ao plano de Deus. Os já
mencionados estilos de "jazz", "rock" e outras
formas híbridas semelhantes são notórios em criar reações sensuais
nas multidões. Temos,
por outro lado, muitos estilos de música folclórica tradicional,
acatados como legítimos afluentes do caudal da música. Alguns deles são
aceitos como veículo para expressar o testemunho cristão. Outros, que
poderiam ser aceitos num ambiente secular, são impróprios para
apresentar o nome do Salvador. Outros ainda situam-se completamente fora
da experiência cristã. Fique claro, portanto, que qualquer forma de
expressão musical folclórica deve ser julgada pelos mesmos princípios
gerais aplicados aos outros tipos de música considerados neste
documento. "Mais
elevado do que o sumo pensamento humano pode atingir, é o ideal de Deus
para Seus filhos."
– Educação, pág. 18. Os que se esforçam por alcançar este elevado
ideal e os que dirigem as apresentações da juventude acharão orientação
através do piedoso estudo da música com o auxílio do Espírito Santo.
Além
do problema do ritmo, há outros fatores que afetam as qualidades
espirituais da música: Tratamento
Vocal
– O estilo estridente comum ao "rock", o estilo insinuante,
sentimental, cheio de sopros ao jeito dos solistas de boate e outras
distorções da voz humana devem ser terminantemente evitados. Tratamento
da Harmonia
– Deve-se evitar música saturada com acordes de 7a, 9a,
11a, e 13a bem como outras sonoridades
extravagantes. Estes acordes, quando usados com restrição, produzem
beleza, mas usados em excesso desviam a atenção do conteúdo
espiritual do texto. Apresentação
Pessoal
– Não deve ter lugar nas apresentações qualquer coisa que chame
indevidamente a atenção para o cantor ou executante, como movimento
excessivo e afetado do corpo, ou traje inadequado. Volume
de Som
– Deve-se ter muito cuidado em evitar excessiva amplificação do som,
quer instrumental, quer vocal. O volume do som deve ser adequado às
necessidades espirituais dos que apresentam a linguagem musical, bem
como dos que a recebem. Deve-se selecionar cuidadosamente os
instrumentos cujo som deverá ser amplificado. Apresentação
– Toda apresentação de música sacra deve ter o objetivo supremo de
exaltar o Criador, em lugar de exaltar o músico ou prover
entretenimento. Música
no Lar 1.
A
educação musical e apreciação da música devem começar cedo na vida
da criança a)
Pelo relacionamento com os grandes hinos e cânticos espirituais na
experiência feliz e informal do culto familiar. b)
Pela formação, no lar, do hábito correto de ouvir, através de
aparelhos de som, músicas cuidadosamente selecionadas. c)
Por freqüentar, com a família, a concertos musicais que estejam de
acordo com os padrões delineados neste documento. d)
Pelo apropriado exemplo e influencia dos pais. 2. Deve-se
encorajar o cântico familiar e a participação em conjuntos
instrumentais de família. 3. Deve-se
incentivar a composição de letras e músicas para cânticos. 4. Deve-se
ter uma biblioteca sobre música, com material sabiamente escolhido. 5. Deve-se
reconhecer que Satanás acha-se empenhado numa batalha pela conquista da
mente das pessoas, e podem ocorrer mudanças de maneira imperceptível
alterando a percepção e avaliação do bem e do mal. Deve-se ter
extremo cuidado no tipo de programação e música ouvida no rádio e na
TV, evitando-se especialmente o vulgar, barato, sedutor, imoral,
teatral, e identificável com as tendências da contracultura. Música
nos Educandários 1. No
preparo e apresentação de música para fins religiosos, os
administradores e professores dos colégios devem trabalhar com os
alunos de maneira a exaltar os padrões musicais da igreja. 2. Conjuntos
musicais que vão se apresentar fora da escola devem ter o apoio e
orientação de pessoas designadas pela administração, sejam
professores de música ou outros. 3. Os
responsáveis pela escolha de música para os sistemas de som de nossas
escolas devem faze-lo em conformidade com a filosofia de música
expressa neste documento. 4. Nos
conjuntos musicais ou no ensino individual, os professores devem fazer
decididos esforços para ensinar músicas que possam ser usadas na
igreja e nas atividades de ganhar almas. 5. Sendo
que um dos objetivos básicos dos cursos de análise e apreciação
musical nas escolas é ensinar o discernimento à luz da revelação
divina, os instrutores dessas classes em todos os níveis educacionais
devem incluir informações sobre a arte de julgar o valor e a qualidade
na área da música religiosa. 6. A
Igreja e a Associação locais devem esforçar-se para eliminar deficiências
culturais. Para este fim os elementos treinados em música, devem
liderar os ensaios e atividades musicais, de modo a prover os sublimes
ideais de adoração. 7.
As
apresentações de música nas instituições educacionais
adventistas devem estar de acordo com as normas da igreja. Isto se
aplica não só aos talentos locais, como também aos artistas e
conjuntos visitantes, incluindo a música de filmes. II
– MÚSICA SECULAR A
música "corretamente empregada (...) é um dom precioso de
Deus, destinado a erguer os pensamentos a coisas altas e nobres, a
inspirar e elevar a alma." – Educação, pág. 166. O
estilo de vida adventista do sétimo dia exige que o cristão
individualmente exerça um alto grau de discernimento e responsabilidade
pessoal na escolha da música secular para uso próprio, ou apresentação
de solos ou conjuntos. Todas essas músicas devem ser avaliadas à luz
das instruções dadas em Filipenses 4:8: "Finalmente, irmãos,
tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é
justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa
fama; se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que
ocupe o vosso pensamento." Deve-se também ter em mente a
admoestação dada por Ellen G. White em Testimonies
to the Church,
Vol. 1, pág. 497: "Foi-me
mostrado que a juventude precisa colocar-se em posição mais elevada e
fazer da Palavra de Deus sua conselheira e guia. Solenes
responsabilidades recaem sobre a juventude, que ela considera
descuidadamente. A introdução de música em seus lares, em vez de
incentivar a santidade e espiritualidade, tem sido o meio de
desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e músicas
populares da época parecem compatíveis com o seu gosto. Os
instrumentos de música têm tomado o tempo que deveria ser dedicado à
oração. A música, quando bem empregada é uma grande bênção;
quando mal usada, porém, é terrível maldição." O
cristão não entoará canções incompatíveis com os ideais da
verdade, da honestidade e da pureza. Evitará elementos que dêem a aparência
de tornar o mal desejável ou a bondade parecer trivial. Procurará
evitar composições que contenham frases banais, poesia pobre,
absurdos, sentimentalismos ou frivolidades, que desencaminham a pessoa
dos conselhos e ensino das Escrituras e do Espírito de Profecia. Considerará
músicas como "blues", "jazz", o estilo
"rock" e formas similares como inimigas do desenvolvimento do
caráter cristão, porque abrem a mente a pensamentos impuros a levam ao
comportamento não santificado. Tais tipos de música têm uma direta
relação com o "comportamento permissivo" da sociedade
contemporânea. A distorção do ritmo, da melodia, e da harmonia como
empregados nestes gêneros de música e sua excessiva amplificação,
embotam a sensibilidade e finalmente destroem a apreciação por aquilo
que é bom e santo. Deve-se
tomar cuidado ao usar melodia secular com letra religiosa para que não
prevaleça a conotação profana da música sobre a mensagem da letra.
Além disso, o cristão esclarecido, ao escolher qualquer música
secular, para ouvir ou executar, não incluída nas categorias acima,
sujeitará tal música ao teste dos critérios delineados nesta
Filosofia de Música. O
cristão genuíno é capaz de dar testemunho a outros, pela sua escolha
da música secular para ocasiões sociais. Através de diligente busca e
cuidadosa seleção, escolherá o tipo de música compatível com suas
necessidades sociais e seus princípios cristãos. "Deve
haver uma vívida comunhão com Deus em oração, uma vívida comunhão
com Deus em cânticos de louvor e ações de graças."
– Evangelismo, pág. 498. Conferencia
Geral – IASD
|