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MANUAL DA IGREJA REVISADO EM 2000 Texto
do Manual da Igreja págs. 72, 73, 98 (Revisado 2000) O Lugar da Música no Culto Divino. “A
música pode ser uma grande força para o bem; não fazemos, entretanto,
o máximo com esse ramo do culto. O canto é feito em geral por impulso
ou para atender a casos especiais, e outras vezes deixam-se os cantores
ir errando, e a música perde o devido efeito no espírito dos
presentes. A música deve ter beleza,
emoção e poder. Ergam-se as vozes em hinos de louvor e devoção.
Chamai em vosso auxílio, se possível, a música instrumental, e deixai
ascender a Deus a gloriosa harmonia, em oferta aceitável.” –
Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 457. Cantar com o Espírito e o
Entendimento. Em
seus esforços para alcançar o povo, os mensageiros do Senhor não
devem seguir os caminhos do mundo. Nas reuniões que se realizam eles não
devem confiar em cantores do mundo e exibições teatrais para despertar
a interesse. Como
se há de esperar daqueles que não tem nenhum interesse na palavra de
Deus, que nunca leram Sua Palavra com
o sincero desejo de
compreender-lhe as verdades,
que cantem com espírito e entendimento?
Como pode seu coração achar-se em harmonia com as palavras do sagrado hino? Como pode o coro celeste tomar
parte numa música apenas formal? ... “Nas
reuniões realizadas, escolhe-se um grupo de pessoas para tomar parte no
serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música
habilmente tocados. Não nos devemos opor ao uso de instrumentos
musicais em nossa obra. Esta parte do serviço deve ser cuidadosamente
dirigida; pois é o louvor de Deus em cântico.” “Nem
sempre o canto deve ser feito apenas por alguns. Tanto quanto possível,
permita-se que toda congregação participe.” --
Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144. A
Escolha de Diretores de Música. Deve-se
Ter grande cuidado na escolha de diretores de coro ou na dos
encarregados da música nos cultos da igreja. Somente os que se sabe
serem inteiramente consagrados devem ser escolhidos para esta parte da
obra da igreja. Incontável dano poderá ser causado pela escolha de
diretores não consagrados. Aqueles a quem falta discernimento para a
devida e apropriada escolha da música para o culto divino não devem
ser escolhidos. A música profana ou que é de natureza duvidosa ou
questionável nunca deve ser introduzida em nossos cultos. Os
dirigentes do coro devem atuar em íntima colaboração com o pastor ou
com o ancião da igreja, a fim de que a escolha de músicas especiais se
harmonize com o assunto do sermão. O(a) diretor(a) do coro está sob a
direção do pastor e dos anciãos da igreja, e não atua
independentemente deles. Deve
consultá-los, não somente quanto à música a ser executada, mas também
no tocante à escolha de quem deverá cantar ou tocar. O(a) diretor(a)
do coro não é membro ex-ofício
da comissão da Igreja. Os Membros do Coro da Igreja. A
música sacra é uma parte importante do culto público. Na escolha dos
membros do coro, a igreja precisa ter o cuidado de escolher pessoas que
representem corretamente os princípios da igreja. Os membros do coro
ocupam uma posição relevante nos cultos da igreja. A capacidade de
cantar é apenas uma das qualificações que devem possuir. Devem ser
membros da igreja, da Escola Sabatina ou da Sociedade dos Jovens
Adventistas e, em sua aparência pessoal e em sua maneira de vestir,
conformar-se com as normas da igreja, dando um exemplo de modéstia e
decoro. Pessoas
de consagração duvidosa ou de caráter questionável, ou as que não
se vistam convenientemente, não devem Ter permissão para participar
das atividades musicais dos cultos. Qualquer plano a respeito do uso de
uniformes pelos membros do coro é optativo da parte da igreja. O(a) Diretor(a) de Música. A
comissão da Escola Sabatina poderá designar um(a) diretor(a) de música,
para dirigir a música da escola e fazer planos com o(a) diretor(a) para
a apresentação deste aspecto da adoração, cada sábado. Como
expressão de adoração, deve-se ter o cuidado de prover música que
glorifique a Deus. Os cantores devem ser escolhidos com tanto cuidado
como os que desempenham outras partes no programa da Escola Sabatina, e
aferidos pelas mesmas normas. A
MÚSICA (Manual da Igreja pág.172)
“Fazia-se com que a música servisse a um santo propósito,
a fim de erguer os pensamentos àquilo que é puro, nobre e edificante,
e despertar na alma devoção e gratidão para com Deus.” – Patriarcas e Profetas, pág. 594.
“[Jesus]
entretinha em cânticos comunhão com o Céu.” – O
Desejado de Todas as Nações, pág. 73.
A
música é uma das artes mais sublimes. A boa música não apenas
proporciona prazer, mas eleva a mente e cultiva as mais finas
qualidades. Os cânticos espirituais foram amiúde usados por Deus para
comover o coração dos pecadores e levá-los ao arrependimento. A música
desvirtuada, ao contrário, destrói o ritmo da alma e quebranta a
moralidade. Grande cuidado deve ser exercido na escolha da música. Toda
melodia que pertença à categoria do “JAZZ”, “ROCK” ou suas
formas correlatas, e toda expressão de linguagem que se refira a
sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas pelas pessoas
verdadeiramente cultas. Usemos apenas a boa música, em casa, nas reuniões
sociais, na escola e na igreja. GUIA
PARA ANCIÃOS – 1999 - Cap. 7 “O
Ancião e o Culto” pág. 105 Parte do Culto - Música A
música, apresentada com bom gosto, exerce irresistível influência no
elevar o coração a Deus. Faz parte do culto assim como a oração. Com
efeito, as experiências espirituais relatadas por escritores de hinos cânticos
cristãos tornam-se a oração dos adoradores enquanto cantam. Escolha
pessoas apropriadas, dentre sua congregação, para planejarem a música
para o culto. Peca-lhes que, se for possível, harmonizem o tema da música
com o assunto do sermão. Na medida do possível deve-se incluir música
instrumental e cantada. Descubra maneiras, em sua cultura, de incorparar
instrumentos musicais que ajudem a conduzir as pessoas a
experiências de adoração. Embora alguns adoradores possam ser
levados a adoração apenas pela melodia, muitos necessitam de palavras.
Por isso, a música vocal tem geralmente prioridade sobre a música
instrumental.
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